Reuniões do Grupo de Oração Nova Jerusalém, todos os Sábados, às 19h.
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25 de julho de 2012

NOSSAS FERIDAS NOS LEVAM PARA DEUS







A nossa vida é uma constante busca. Mesmo que não pareça, passamos a vida inteira à procura de algo. Vivemos procurando por algo que nos realize e, muitas vezes, acabamos por preencher essa carência nas coisas materiais, em sentimentos e pessoas que possam nos fazer felizes e que nos completem. O ser humano precisa disso para viver, ou melhor, para sobreviver.

Perdemos o rumo de nossas vidas quando tentamos saciar a sede que há em nós nas pessoas. Nesse momento de imaturidade, não medimos esforços para nos realizar, para alcançar prazer, para satisfazer os nossos desejos. Transformamos o outro em um “estepe”, tratando-o como um objeto que vai “substituir” uma “peça” ainda não encontrada em nossa vida. Brincamos com o outro, mas, acima de tudo, com nós mesmos.

15 de outubro de 2011

O Sofrimento é uma arte!‏‏

O Sofrimento é uma arte que devemos ter urgência em aprender, pois é uma realidade que faz parte de nossa existência humana. Quando sofremos estamos perto de Deus! Não que Deus esteja presente no sofrimento, mas, quando sofremos Ele cuida de nós. Os maiores cuidados de Deus encontrei no leito da dor.

Santa Teresa de Ávila nos lembra que “antes de dar o sofrimento, Deus dá a paciência”, isso significa que somos capacitados para lidar com o sofrimento, ele não é e nem pode ser o fim de tudo. A dor é uma grande ferramenta de crescimento, quando nos apoiamos no sofrimento alcançamos graças inexplicáveis. O sofrimento quando bem vivido tem a finalidade de nos levar a perfeição cristã. Escutemos o que diz o pensador Francês Antoine de Saint-Exupéry: “a perfeição não é alcançada quando não há mais nada a ser incluído, a perfeição é alcançada quando não há mais nada a ser retirado”, ou seja, a perfeição consiste no pleno esvaziamento, quando não se resta mais nada do nosso “EU”, Deus se faz presente. Afirmamos todos os dias que amamos a Deus, mas quando o sofrimento bate a nossa porta não é bem assim o nosso discurso. O sofrimento nos coloca no chão, nos faz pessoas derrotadas. O sofrimento se nutre de nossa fraqueza, angustia e medo, torna-se mais forte do que já é, um gigante. O rei David diante do gigante não estremeceu, mas na confiança do Senhor conseguiu derrotá-lo. Qual é o gigante que tem nos aterrorizado? Com qual força ele tem se levantado em nossa vida? Não importa, Deus é maior que todos os gigantes, com Deus o sofrimento ganha um novo sentido, como a Cruz, que de maldita se tornou em Cristo Sinal de nossa Salvação, penhor de nossa redenção. O verdadeiro amor nunca se desgasta, quanto mais se dá mais se tem. Gosto muito de Jacques Maritain, um filosofo neo-tomista que dizia que o “sinal de maturidade humana é aceitar o desafio do sofrimento”, pois o sofrimento não é algo que faz parte de uma espécie de destino, mas diante deste fato presente o que nos resta é esperar em Deus crendo que é permissão Dele para nosso crescimento. “É o sofrimento, só o sofrimento, que abre o homem a compreensão interior” (Gandhi). “Só o amor me atrai, só o abandono me guia”. Grande descoberta de Santa Teresinha em sua busca de santidade, no caminho da pequena via esta santa descobre que a solidão é uma particularidade do sofrimento. Quando sofremos sentimos que Deus nos abandonou, que está fugindo de nós, como se estivéssemos brincando de “esconde-esconde”. A dor é tanta que nos sentimos “abortados” por Deus, renegados, e assim como João da Cruz nossa alma chora “Aonde te escondeste, Amado, e me deixaste num gemido? Como um cervo fugiste havendo-me ferido, atrás de ti clamei: tinhas partido!”. Podemos sofrer no deserto e, no entanto, amá-lo, de resto, é por causa desse sofrimento que O amamos. O sofrimento não é um bom momento de decidir a vida, nem coisas importantes dela, mas é hora de silenciar e escutar a voz de Deus que ecoa em nosso coração. No dia 05/06/09 escutei de meu Amado Fundador que sofrimento tem começo e tem fim, e isso tem sido consolo nas horas difíceis, aprendi que a “noite escura” passa, e ao passar não poderá levar minhas opções primordiais, por exemplo, a minha vocação. “Pelo que sinto prazer nas fraquezas, nas injúrias, nas necessidades, nas perseguições, nas angústias, por amor de Cristo. “Porque, quando sou fraco, então, é que sou forte” (II Coríntios 12,10). Deus muitas vezes nos joga ao chão como ultima tentativa de nos fazer alguém melhor, isso é o amor desesperado de Deus por nós. O Senhor nos apresenta o nosso “nada” para nos lembrar a nossa dignidade de filhos, caímos num profundo desespero presos ao chão, mas basta olharmos para cima e veremos um Deus que é Pai, pois está a todo tempo inclinado sobre nossas fragilidades. “Onde a mão sente a picada dos espinhos, os olhos descobrem um ramo de rosas esplêndidas, cheias de aroma”. (São Josemaria Escrivá) Continuo afirmando que o sofrimento é uma arte, onde cada homem descobre que é maior que uma realidade presente. Não anulemos a nossa Cruz diária, precisaremos dela para entender a dor, quando constantemente afirmamos que Deus é amor!

Ir. Raphael Estevão da Santa Cruz, PJC.
Forania Nossa Senhora da Assunção – São Paulo.

14 de outubro de 2011

Tempo de amar


Tempo é dinheiro – taí uma expressão supra utilizada em nosso mundo mega capitalista e que prioriza a vida profissional acima de todas as outras coisas que alguns ousam chamar de vida (sabe né, afetiva, espiritual, etc). Graças a essa supra valorização da vida profissional o tempo se tornou artigo de enorme importância para todos e, saber otimizar o tempo tornou-se algo incrivelmente importante. Graças a todas essas questões talvez este post não fizesse sentido algum há 40 anos atrás, mas é fato de que está ganhando cada vez mais sentido.
Quanto tempo você gasta com Deus e com os outros? Não estou me referindo àquele momento devocional no inicio ou final do dia, ou aquele free-talk desagradável no ponto de ônibus (aquele sobre o clima, que tá mundando, se viu?). Estou me referindo a um tempo de qualidade, um tempo bem investido para outra pessoa, ou mesmo para Deus, no meio do seu dia-a-dia agitado. Quanto tempo você para no meio da tarde para enviar um email carinhoso à alguém? Ou pára para perguntar se a pessoa ao lado está, de fato, bem?
Fazer coisas assim, pequenos caprichos, levariam em média 10 minutos das 24 horas do seu dia. Pode parecer inútil ou banal, mas no fim das contas, os primeiros mandamentos são ‘amai a Deus sobre todas as cosias e amai o próximo como a ti mesmo’, e amar é verbo, é ação, não é promessa. Logo, se você ama seu próximo, então parece de prometer amar e, simplesmente, ame de fato.

A urgência em ser Missionario!

A missão consiste em evangelizar, em ajudar aos necessitados, em buscar os nossos irmãos que se deixaram conduzir pelas falsas alegrias do mundo. Existe tanto trabalho para tão poucas pessoas hoje em dia, mais ainda sim existe esperança, pois DEUS nos capacita a sermos operários nesta obra missionária, devemos deixar o Espírito Santo nos conduzir e assim fazer a vontade de DEUS e a vontade Dele é de ver seus filhos em união e principalmente em AMOR.


A Igreja, que se declarou ser missionária “por sua natureza” parece que perdeu um pouco deste “título” e hoje esta tentando retomar esse rumo de ser missionária, pois foi dessa maneira que JESUS espalhou o Reino de DEUS, ele não ficou encostado em um canto esperando as pessoas virem até o seu encontro para ouvir e aprender, ele foi até as pessoas lhe dizendo como cada um era importante para DEUS Pai e como alcança-lo. Durante a sua missão Ele encontrou as dificuldades do caminho, resistência mais no fim cumpriu a sua missão. Devemos seguir o exemplo de JESUS, por mais que Ele fosse filho de DEUS ele também era homem tão igual a nós nos dias de hoje.


“Se toda Mãe parasse na primeira dor do parto, o que seria do mundo?” é pode parecer estranho essa frase mais reflete as dificuldades que poderemos encontrar quando assumirmos esse compromisso de missão, assim como JESUS, nós iremos encontrar muitas resistências e até tentaram nos desanimar nos colocando para baixo dizendo que é inútil mas lembre-se à glória não consiste em jamais cair e sim em se levantar toda vez que ocorrer uma queda.


Eu preciso ser mais missionário, você precisa ser mais missionário e todos precisamos dar um pouco a mais, pois o mundo tem sede de ser evangelizado.


Como diria o Padre Armando da São Benedito de Jaú-SP: Coragem irmão, firme!
QUE JESUS POSSA NOS ACOMPANHAR NESTA CAMINHADA, QUE O ESPÍRITO SANTO NOS CONDUZA NESSA MISSÃO E QUE MARIA POSSA INTERCEDER POR NÓS JUNTO A DEUS PAI.


Autor do artigo: Rodrigo Lopes

E-mail: novokminho@hotmail.com

13 de outubro de 2011

"Se só buscas a Cristo em Sua glória, então não és digno de Sua cruz”

A belíssima frase que entitula este artigo é atribuída a São Padre Pio de Pietrelcina, o santo capuchinho que durante 50 anos viveu estigmatizado elevando a todos com seus conselhos e milagres, especialmente através do Sacramento da Confissão. Ninguém mais abalizado que ele para afirmar algo tão verdadeiro e tão moderno.
Sabemos como o Senhor esvaziou-se de sua divindade e fez-se pequeno, fez-se homem, fez-se pobre de todos os bens do céu para tornar-nos ricos de sua riqueza, como diz Paulo em Coríntios. Sabemos, também, quantos milagres ele realizou, quantos mortos ressuscitou, quantas vezes a natureza terrestre e angélica se prostrou, em obediência, a seus pés através do mar, dos ventos, das curas, dos exorcismos.
Naturalmente, todos desejamos seguir Jesus, ser como ele, viver a vida dele, com os seus pensamentos, seus sentimentos, seu amor ao Pai e aos homens. Esse desejo santo, contudo, tende a estar mais atento aos milagres e prodígios do que à paixão e à cruz. Queremos, certamente, ser como Jesus é: o Deus das maravilhas, o Filho do homem enquanto amado e seguido por muitos que, em seu tempo, iam atrás dele fosse onde fosse... exceto à cruz.
Mesmo seus discípulos mais fiéis, aqueles a quem escolhera e chamara pelo nome, com eleição eterna e eterno afeto, mesmo esses o abandonaram na cruz, com exceção de João. É que muitos naquela época, como muitos hoje, buscam o Senhor pelo que ele lhes pode dar e não pelo que eles podem “dar” ao Senhor. Buscam o Senhor em sua glória, mas fogem em sua cruz.
Para entendermos bem esse mistério de troca de amor, é preciso saber que o Senhor assumiu nossa humanidade e jamais irá separar-se dela. Jesus, para sempre e sempre, é Deus e homem. É também, cabeça da Igreja, isso é, nossa cabeça, aquele a quem seguimos. Isso, somado ao milagre cotidiano da Eucaristia, significa que o Senhor que se fez carne, partilha conosco toda nossa vida: sofrimentos e alegrias, dores e felicidade.
A partilha entre os que se amam jamais é unilateral. É exatamente porque Jesus nos ama que partilha conosco sua glória: as curas, os milagres, as ressurreições no corpo e na alma, na Igreja, na sociedade, na natureza. A maior e mais nobre das partilhas, porém, a partilha de sua paixão e cruz é o fundamento mesmo de seu amor por nós e do nosso por ele.
Ao encarnar-se, assumiu para si nossa maior podridão, nossa mais poderosa fonte de sofrimento e causa de nossa morte: o pecado. Sem jamais ter pecado, tomou sobre si, em sua paixão e cruz, todo o sofrimento e morte que o pecado havia feito entrar no mundo. O resultado foi sua morte na cruz e sua ressurreição.
Nós, como corpo de Cristo, somos chamados a amá-lo e ser corpo de seu corpo, alma de sua alma, esposa, Igreja. O amor consiste em estar presente tanto na gloria quanto na dor. É verdade que nossos atos de amor a Cristo não acrescentam nada à sua cruz. Entretanto, acrescentam – e muito – à nossa salvação e à do mundo. É nesse sentido que São Paulo diz: “Suporto em minha carne o sofrimento que faltou à cruz de Cristo”.
Em nossa vida, não precisamos buscar sofrimentos, não é verdade? Eles simplesmente nos alcançam de todas as formas, como consequência do pecado que marcou toda a criação. A grande boa nova é que podemos, pela cruz de Cristo, nos libertar desse sofrimento exatamente como ele mesmo se libertou: escolhendo livremente sofrer a dor que se nos apresenta não mais sozinhos, mas com ele e com o Pai e tomando, com ele, nossa cruz. Mas atenção: o sofrimento só se transforma em cruz em três condições: primeira, que transformemos a dor que nos atinge em dor livremente escolhida e acolhida por nós por amor a Cristo e à humanidade; segunda: que o unamos à cruz de Cristo, que vence o pecado, a dor e a morte; terceira, que o transformemos em ato de amor a ele e aos homens que ainda não o conhecem, isto é, que o amam e obedecem.
O mais lindo nessa história toda é que, ao buscarmos Cristo não somente em sua glória, mas também em sua cruz, seremos dignos dela e dele. Ou seja, viveremos uma vida de entrega de amor a Cristo por amor ao homem. O belo, porém, é que ao abraçar a cruz de Cristo através de nossos sofrimentos de cada dia, do menorzinho ao maior de todos, estaremos caminhando ... para a sua glória.
Isso mesmo! O caminho para a glória de Cristo e do céu é a cruz. É unir-se a ele através do amor, abraçando por amor o sofrimento que ele abraçou em sua paixão. Não há outro caminho para a glória. E não há glória autêntica que não seja a de Cristo. É por isso que, com razão, o santo diz: se só busca a Cristo em sua glória, então, não és digno de sua cruz. O contrário também é verdadeiro: se buscas a Cristo em sua cruz, serás digno de sua glória.

por Maria Emmir Nogueira, Co-fundadora da Comunidade Shalom

12 de outubro de 2011

Outubro: mês Missionário

Na vida cristã sempre estamos em constante aprendizado. Mesmo o que já sabemos das coisas de Deus, pode e deve ser contemplado mais profundamente sempre. “Deus é o nunca bastante”, já dizia Santa Teresinha. Cristão que diz: “Ah, isso eu já sei” ou “Tenho que ouvir esse tema de pregação de novo?”, não entendeu ou não sabe o que é contemplação e aprofundamento. Toda meditação do Evangelho, por mais que você já o tenha lido, sempre você pode tirar coisas novas. Então o primeiro princípio de um bom discipulado é aprender, e aprender bem, ouvir, mastigar, digerir, contemplar sempre sem se cansar. Isso é um trabalho de aprofundamento para toda a vida. Esse princípio do “nunca bastante” deve ser retomado e vivido urgentemente por todos nós, principalmente na contemplação da Palavra de Deus. Neste mês de outubro, mês missionário, queremos dar continuidade aos princípios fundamentais para se viver com Deus, e particularmente, viver um cristianismo genuíno. A missão, a vida missionária é um dos atributos essenciais para ser um cristão. Já nas primeiras linhas do Evangelho, quando Jesus chama os discípulos a seguí-lo, logo após um pequeno período de preparo, o Mestre dos mestres já os envia de dois em dois em missão. E dia a dia, Jesus com maestria, ensina os discípulos, mas ao mesmo tempo, os prepara para propagar tudo o que eles estavam aprendendo. Jesus diz: “Ide, fazei discípulos e ensinai tudo o que vos prescrevi” Mt 28. Então temos que nos empenhar em propagar tudo o que Deus nos ensina ou faz conosco: “Recebestes de graça, de graça daí” Mt 10. E não existe a desculpa: “Ah, eu não sei pregar” ou “Ah, eu não sei cantar, ensinar, etc”... O instrumento fundamental do missionário cristão é o TESTEMUNHO! “Sereis minhas testemunhas em Jerusalém, Samaria e até os confins do mundo” At 1. No livro do Apocalipse, ele chama os santos, os salvos no céu de testemunhas de Jesus Cristo. E você pode e deve ser testemunha onde você estiver. Esta é a maior pregação! Todos devem testemunhar o Reino de Deus onde estiver: no trabalho, família, conhecidos, amigos, etc; por um meio muito simples: PELO EXEMPLO! Pregador que não é testemunha, não é pregador; Cristão que não é testemunha não é cristão! Sabemos que todos que estão em processo de conversão, principalmente os iniciantes, passam por um período só de aprendizado, escuta, etc. Mas mesmo assim ele é chamado a responder às verdades em que ele está entrando em contato; mudando de vida, de atitude e testemunhando esta mudança, esta vida nova ao seu redor! Isso é fundamental. Cristão “esquenta banco”, que não contribui em nada para o Reino de Deus, que não testemunha nada, mas, vive como um pagão qualquer, que só quer receber, não é um cristão, mas sanguessuga. E o que é a sanguessuga? É um animal que se alimenta de algo do outro e não dá nada em troca... Não ajuda em nada ao meio ambiente. E faz isso somente em proveito próprio. Quantos cristãos e até “carismáticos” só vão à Igreja para receber! “Receber bênçãos, unção, graça, etc”... E na hora da cruz, do sofrimento, quando a reunião não é do jeito que ele queria, quando ele não está bem, quando as coisas não vão de acordo com suas vontades pessoais, eles chutam o pau da barraca! Reclamam quando são contrariados, etc... É uma pena que muitos de nós, muitas vezes, nos comportamos assim! Que neste mês, possamos refletir profundamente sobre isso e operarmos uma profunda e verdadeira conversão em nossa vida, para sermos autênticas testemunhas! Que Deus nos abençoe nesta caminhada, pois este desafio é para todos nós: para mim, para você, para todos! Ajuda-nos, Senhor! Faz-me fiel, precioso Jesus!

Autor: Alessandro Silva
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11 de outubro de 2011

A pureza interior adquire-se num processo cuidadoso e exigente

Estamos mais uma vez diante da admirável pregação de Jesus que move e comove a todos. Sua Palavra penetra até o fundo dos corações, ao ponto de até os fariseus sentirem-se na obrigação de convidá-lo para o banquete.

Estranho é notar que, sobre a doutrina do Mestre, eles não se questionavam, mas quando se tratava de coisas superficiais como o mero lavar as mãos antes de comer, eles ficavam escandalizados como se “o lavar ou não lavar” fosse questão de vida ou morte. Então, a resposta d’Aquele que verdadeiramente convida os homens para o Banquete das Núpcias Eternas não se faz esperar: “Vocês, fariseus, lavam o copo e o prato por fora, mas por dentro estão cheios de violência e maldade. Seus tolos! Quem fez o lado de fora não é o mesmo que fez o lado de dentro? Portanto, deem aos pobres o que está dentro dos seus copos e pratos, e assim tudo ficará limpo para vocês”.

O homem tocado e envolvido pela Palavra de Jesus se transforma numa pessoa íntegra, que faz e mostra o que traz em seu coração. Isto exigirá deste mesmo homem uma pureza interior.

A pureza não ocorre por acaso nem brota da noite para o dia. O apóstolo Pedro compara-a ao processo de depuração do ouro (1Pedro 1,6-7), no qual o ourives tem de aquecer esse metal várias vezes para que as impurezas e ligas venham à superfície e, assim, ele possa removê-las.

Isto nos leva a concluir que a purificação é um processo. Contudo, não basta desejarmos ser puros. E mesmo que sejamos sinceros e nos empenhemos duramente, isso não é suficiente. Precisamos ter o propósito de sermos conforme à imagem de Seu Filho (Rm 8,29).

Jesus deixou bem claro que é impossível servir a dois senhores. “Onde estiver nosso tesouro, aí estará também o nosso coração” (Mt 6,21). Na luta pela formação de um caráter santo, precisaremos guardar no coração certos elementos e barrar a entrada de outros. Quem não cuida bem de seu coração está se predispondo a ter problemas. Quem o guarda com todo cuidado, vence. O único fator que pode impedir que um homem se entregue à impureza é o intenso amor pela pureza interior. Portanto, lave e guarde a sua mente, o seu coração – e não somente as suas mãos – e você será verdadeiramente puro.

Padre Bantu Mendonça

27 de setembro de 2011

Não


Ja parou para pensar como é dificil falar de santidade?
Na verdade é porque não conseguimos mantela e no mundo hoje e concerteza você sera taxado de louco, maluco ou retardado por causa dela.
Pedro fala no novo testamento “Sede santos porque eu sou santo” (1 Pedro 1:16) mas Deus ja tinha falado isso no antigo testamento (Levítico 11:44).
Destaquemos então a palavra SANTO (do grego “Hágios) que significa “separado, puro” e ai então começamos a entender que ah um proposito por tráz de tudo. Deus esta falando para você “Sede santos porque eu sou santo”, por mais impossivel que possa parecer Ele esta afirmando que você pode, Ele acredita em você.
Pare um minuto então e pense no que você precisa de santidade, na sua vida social? Na sua vida virtual? Na sua vida espiritual?
Não deixe que o pecado separe você de uma vida de santidade, o amor do Deus Pai é muito maior que qualquer prazer nessa vida.
Somos perfeitos? Não, e provavelmente nunca seremos.
Mas buscamos a perfeição atravéz do amor, que é Cristo Jesus.
Diga NÃO ah rebeldia, pornografia, drogas, masturbação, prostituição e tudo aquilo que venha roubar o amor das nossas vidas.
7 motivos para seguir o #amor
@_GONJ

Nada de Interessante


Pra falar a verdade…
Você não vai encontrar nada muito interessante dentro das igrejas.
A quem já se acostumou a percorrer por ruas de altos e baixos, cabelos estranhos e cortes de caminho surpreendentemente convidativos, as igrejas estão abarrotadas da mesmice de uma gente sempre muito igual.
Aqueles que preencheram os ouvidos com musicalidades irritmidas e coloridas logo se cansam dos coros estridentes e repetitivos que ecoam dentro daquelas paredes.
Risadas inebriantes e conversas profundas não costumam sentar naqueles bancos…
São caminhos diferentes, todos sabem. Eles entram em outras portas…
Pra falar a verdade, todos sabem que a igreja é o último refúgio dos isolados, dos que já experimentaram e se acostumaram ao amargo sabor das derrotas. O único descanso dos desistentes cansados…
Quem quer viver com pessoas assim?
Ninguém gosta de covardia. Ninguém gosta de quem desiste de viver…
.
Mas pra falar da Verdade…
Se você souber procurar, por lá vai encontrar o Caminho mais inebriante e as risadas mais irritmadas. Se perder algum tempo conversando, vai ouvir de gente descansada palavras certas, certeiras, que sabem indicar onde os passos são firmes. É gente que já andou onde a gente tropeça.
Se esperar a voz baixar, dentro do silêncio vai encontrar a profundidade de um toque que cura.
Você vai acabar descobrindo o surpreendente, distante da mesmice, dentro de cada igual, o diferente.
O diferente que se mostra só a quem procura. Que abre um sorriso a todos que batem à Sua porta.
Você vai conhecer a sua própria derrota e ser apresentado à sua vitória, numa cruz…
Vai ver a coragem de quem desistiu de viver do velho jeito que parece diferente, mas é sempre igual…
Encontrar a resposta dos derrotados.
Quem quer viver com pessoas assim?
Deus quer.

É preciso evangelizar oportuna e inoportunamente!

Depois de Pentecostes, os apóstolos pregavam e as pessoas se convertiam e recebiam o derramamento do Espírito Santo. O número de cristãos cresceu de tal forma que somente eles [apóstolos] não eram suficientes para atendê-los. Então, surgiram os diáconos, entre os quais Estevão.

O ardor e a força da convicção desse santo [Estevão] eram tamanhos que abalaram as estruturas do sinédrio. Por causa disso, tinham muita raiva dele, e acabaram o condenando e o martirizando a pedradas, para que não pudesse mais falar em nome de Deus. A “revanche” de Deus foi maior, pois o que ele não falou, o apóstolo Paulo falou e fez por ele.

Depois de terem sido presos, Pedro, João e os demais apóstolos foram proibidos de pregar e realizar milagres em nome de Jesus Cristo. Ao voltarem para a comunidade, todos estavam orando. Em vez de esses homens de Deus ficarem temerosos diante da proibição, eles fizeram uma oração:

“E agora, Senhor, sê atento às suas ameaças, e concede aos teus servos que anunciem a tua Palavra com inteira segurança. Estende pois a mão para que se produzam curas, sinais e prodígios pelo nome de Jesus, teu santo servo” (Atos 4,29-30).

Irmãos, ninguém pode calar nossa boca, nossa fé, nem nossa eloquência em proclamar que Jesus é o Senhor. Nós cristãos precisamos reagir com todas as nossas forças e levar a Palavra de Deus aos demais oportuna e inoportunamente (cf. 2 Timóteo 4, 2).

Louvado seja Nosso Senhor Jesus Cristo!

Monsenhor Jonas Abib

03/11/2008

25 de setembro de 2011

Você e o mundo?


Este post vai ser curto, apenas para meditação. E, já que é para meditação, curto e grosso. Na faculdade, sexta, estava com um grupo de amigos (50% Católicos, 50% não) conversando sobre os mais variados assuntos, quando, por incidente, a metade Católica começou a falar sobre a igreja.
Falamos sobre missões, evangelização, pregações, missas, etc. Tudo o que diz respeito ao ‘mundo’ dos católicos. No meio da conversa parei para prestar atenção no que estava acontecendo e vi que os 50% não  católicos não participavam do assunto, ficavam olhando uns para os outros, ‘boiando’.
Fiquei sem graça e tentei mudar de assunto, um assunto mais extra-terrestre no que diz respeito do ‘mundo’dos católicos. Após tudo isto, fiquei pensando sobre o que aconteceu e tomei um soco na cara que me desmontou. A conclusão do pensamento foi quase esta.
Você sente vergonha de ser Cristo em frente ao mundo?
O mundo não sente vergonha de ser mundo na sua frente!
Quantas vezes o mundo se acanha em fumar na sua frente? Quantas vezes o mundo deixa de falar palavrão, comentar sobre pornografia, criticar sua crença? Quantas vezes o mundo deixa de te pressionar, desafiar, ao pecado? E quantas vezes você sente vergonha de ser cristão na frente do mundo?
Viu como essa meditação foi curta. Mas está doendo até agora…

Twitter x Jesus


Twitter é uma febre hoje e isso é fato. Poder falar onde estamos, o que fazemos, sentimos, pensamos, gostamos em 140 caracteres, uuuaaahhuuuu!!!
Afinal, já vivemos assim há anos mesmo. Não acredita?
Então pensa como você conversa com seus pais, seus professores, autoridades, amigose todo o resto dentro do seu circulo pessoal.
“Humrum”, “to indo”, “to bem”, “não”, “ta”, “vai você”. Incrível não? Se tratamos pessoas que estão tão próximas de nós em 140 caracteres, como tratamos Deus então?
Suas orações têm sido dentro desse perfil também?
@TODOPODEROSO | Eu quero isso, quero aquilo, preciso disso e daquilo outro, e tudo para no máximo ate segunda-feira de manha, não fura hem.
Gostaria muito de ver Deus responder em 140 caracteres também, só para variar um pouco.
E para você twittero de oração deixo uma frase de 16 caracteres.
SEU CARA DE PAU!

Post-it

23 de setembro de 2011

Culpa nossa

Graças a essa famosa frase, Nietzsche passou a ser conhecido em todo o mundo como o homem que matou Deus. Mas isso não o faz diferente de nós, que, com nossos pecados matamos a Deus, diariamente.

2 de setembro de 2011

Os desafios de ser cristão


Conta-se que Alexandre o Grande precisou chamar a atenção de um de seus soldados. Ao descobrir que este também se chamava Alexandre, a bronca foi curta e objetiva: “Ou muda de atitude, ou muda de nome!” Obviamente, não queria a menor associação com alguém como esse rapaz, nem mesmo no nome.
O brasileiro gosta de apelidos. Há os inofensivos, como os diminutivos; outros captam alguma característica da pessoa: cor da pele, nacionalidade, personalidade ou, o pior de todos, algum defeito físico. Não há graça nenhuma nestes. Às vezes o apelido é aparentemente positivo, mas há uma boa dose de ironia por trás de sua origem. Porém, o que importa mesmo é nosso nome, pois ele nos define – quer gostemos ou não. Acostumamo-nos com ele e dificilmente queremos mudá-lo. Prezamos para que seja mantido limpo, de boa fama, e defendemo-nos vigorosamente quando ele é atacado. Os discípulos de Antioquia receberam um nome: cristãos. Isso significa que o povo daquela época via Cristo nessas pessoas. Não dá para querer fama melhor! Aquele nome foi sendo trasmitido de geração em geração para as pessoas que participam da igreja, mas infelizmente hoje está mais para rótulo do que para nome – e nem sempre correto ou bom.
Cabe refletir: como estou carregando este nome de “cristão”? Estou honrando-o com atitudes semelhantes às de Cristo? Ou estou “jogando o nome na lama” por não me portar nem um pouquinho como Jesus?
Na leitura de hoje Deus repreende a igreja de Sardes, pois ela fingia ser uma coisa quando na verdade era o contrário. Ou, como diz o ditado: “Por fora, bela viola; por dentro, pão bolorento”. Nosso nome e nosso comportamento ficarão sempre associados um ao outro na memória de quem cruza nosso caminho – para o bem ou para o mal, aproximando ou afastando as pessoas de Deus. Se você é cristão, esta é uma grande responsabilidade. Honre esse nome com sua vida!
Ler: Apocalipse 3.1-6
Cristão, como está a cotação do seu nome na praça?

Fonte: Ideal Dicas
Autor: Doris Körber

31 de agosto de 2011

Dicas Para o Cristão


1. Jamais despreze a oração diária.E, quando orar, lembre que Deus está presente ali, ouvindo suas orações (Hebreus 11.6).

2. Jamais menospreze a leitura diária das Escrituras. E, quando ler, lembre que Deus está falando a você; portanto, precisa crer e agir de acordo com o que Ele diz. Acredito que toda apostasia começa em se negligenciar estas duas regras (João 5.39).

3. Jamais passe um dia sem fazer algo para Jesus. Todas as noites medite sobre aquilo que Ele fez por você e pergunte a si mesmo: O que estou fazendo por Ele? (Mateus 5.13-16).

4. Se você está em dúvida acerca de algo ser correto ou errado, dirija-se ao seu quarto, dobre seus joelhos e peça a bênção de Deus sobre aquilo (Colossenses 3.17). Se você não puder fazê-lo, aquilo é algo errado (Romanos 16.23).

5. Jamais copie seu cristianismo de outros cristãos ou argumente que tal pessoa faz isto ou aquilo e, por conseguinte, você também pode fazê-lo (2 Coríntios 10.12). Pergunte a si mesmo: Como o Senhor Jesus agiria em meu lugar? E esforce-se para segui-Lo (João 10.27).

6. Jamais creia naquilo que você sente, se contradiz a Palavra de Deus.Pergunte a si mesmo: O que eu sinto é verdadeiro, sendo confirmado pela Palavra de Deus?Se ambos não podem ser verdadeiros, creia em Deus e acredite que seu coração está mentindo (Romanos 3.4; 1 João 5.10-11).

Autor desconhecio