Reuniões do Grupo de Oração Nova Jerusalém, todos os Sábados, às 19h.
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19 de setembro de 2011

Site Oficial da JMJ Rio já está no ar!



Site Oficial da JMJ Rio já está no ar!

Dom Orani Tempesta, Arcebispo do Rio de Janeiro, foi quem deu o anúncio no Bote Fé , que aconteceu neste domingo na cidade de São Paulo, primeira arquidiocese a receber a cruz da JMJ no Brasil.
No site você encontrará toda a cobertura da peregrinação da cruz peregrina da JMJ em todas as dioceses do território nacional.
É um canal de comunicação entre os jovens e a equipe de organização, um canal interativo, um espaço para os internautas brasileiros e de todo o mundo, já que o site será traduzido em diversas línguas.
Jovens brasileiros e de todas as nações serão motivados a enviar material sobre a JMJ. Esta interação fará com que o internauta alimente o site enviando vídeos, fotos, textos com temática juvenil.
O site também disponibiliza dicas de passeios turísticos na cidade do Rio de Janeiro, a “Cidade Maravilhosa”, que sediará o maior evento juvenil da Igreja Católica.

No www.jmjrio2013.com há também um espaço para inscrições de voluntariado e hospedagens. Tudo para que haja uma organização prévia.

Um dos objetivos é dar a conhecer a cultura brasileira, a diversidade regional presente num país, que tem a dimensão de um continente, por isso tão rico na sua pluralidade. No site conheceremos a face do jovem que estará presente na JMJ 2013.

Interaja, seja um jovem conectado, ferramentas de mídias sociais também serão utilizadas pelos internautas.

Mais de 100 mil pessoas recepcionam cruz da JMJ em São Paulo

Evento já foi um prelúdio do que será a JMJ brasileira: alegre, festiva. “Já deu pra ver o clima do que será a Jornada do Rio”, explicou.
O Bote Fé reuniu mais de 100 mil pessoas neste domingo (18) para comemorar a chegada da Cruz e  da Jornada Mundial da Juventude (JMJ) o Ícone de Nossa Senhora no Brasil. O evento que aconteceu das 9h às 21h, no Campo de Marte, zona norte de São Paulo, contou com a presença de bispos, padres, representantes de paróquias, comunidades, grupos de jovens e famílias de diferentes lugares do país, além de 1100 voluntários de apoio e centenas de ministros extraordinários da comunhão.
Na abertura o cardeal dom Odilo Pedro Scherer, arcebispo de São Paulo, falou com entusiasmo sobre a jornada. “A Igreja tem fé na juventude, que possui um coração generoso e o desejo de construir um mundo melhor para si e para as próximas gerações”.
Dom Tarcísio Scaramussa, bispo auxiliar de São Paulo e referencial do Setor Juventude da Arquidiocese, disse em depoimento que “a grande expectativa era de ter um bom início, com grande resposta de interesse e isso já se confirmou com a participação em Madri e agora aqui”.
Segundo a arquidiocese, mais que apenas festejar, o encontro dos fieis foi uma forma de manifestação de fé, louvor, agradecimento e, sobretudo, de incentivo a juventude, que em um mundo cheio de incertezas precisa se posicionar com coragem para conseguir viver na verdade de Cristo.
Espiritualidade e culturaO evento contou com a tenda de confissões, capela de adoração, terço encenado, vídeos sobre a história da JMJ e sobre a jornada de Madri, missas, testemunho e muitas apresentações musicais.
Cruz e ÍconeO ponto alto da festa foi a chegada dos símbolos da JMJ que vieram, em caminhões do corpo de bombeiros, do Liceu Sagrado Coração de Jesus, durante missa presidida por dom Odilo. Entronizados por jovens pelo corredor central do local do evento, os símbolos da JMJ emocionaram os milhares de fiéis.
A festa continuou até às 21h, quando a Cruz e o Ícone seguiram para a Catedral da Sé, onde fica até a noite desta segunda-feira (19). Depois, os símbolos partem para a região da “Cracolândia”, passando pela Favela do Moinho e, ás 22h, chega a Igreja Nossa Senhora da Boa Morte, dando continuidade à peregrinação pela Arquidiocese de São Paulo.
Cara brasileiraO Bote Fé São Paulo contou com a presença expressiva de membros da Renovação Carismática Católica, segundo o coordenador nacional do Ministério Jovem, Márcio Zolin. Inclusive na equipe de voluntários: a acolhida aos peregrinos e participantes ficou por conta do MJ da arquidiocese.
E, para Zolin, o evento já foi um prelúdio do que será a JMJ brasileira: alegre, festiva. “Já deu pra ver o clima do que será a Jornada do Rio”, explicou.
A RCC será parte integrante na organização das visitas da cruz nas dioceses a partir da sua representação nos setores diocesanos da juventude de cada local.

25 de agosto de 2011

Enraizados e edificados em Cristo, firmes na fé


'A Igreja não tem idade'

Um milhão e meio de jovens reunidos em Madri, na Espanha, em torno de um homem de oitenta e quatro anos, Bento XVI, Sucessor de São Pedro, junto com cerca de oitocentos bispos, vindos de todo o planeta para a vigésima sexta Jornada Mundial da Juventude (JMJ), ideia nascida do coração apostólico do Beato João Paulo II, que até hoje atrai pessoas de todas as idades.

A Igreja não tem idade! Ela é casa aberta para todas as nações e gerações, mãe que acolhe em seu regaço as diversas situações humanas. Ela será sempre jovem, renovada e embelezada pelo seu Esposo, que é o Cristo. Velhice é o pecado, não o abençoado acúmulo de anos e de experiência. Olhando para esta multidão de jovens que acorreram a Madri, pensei nos resultados das anteriores Jornadas Mundiais da Juventude. Nossa geração ficou marcada por este compromisso periódico, agenda da Igreja para os jovens cristãos do mundo inteiro. Quantas vocações ao matrimônio, ao sacerdócio ou à vida religiosa nasceram delas! Como a Igreja tem mostrado seu rosto jovem para o mundo, pois continua e será sempre atual o chamado de Jesus Cristo a uma vida santa, na medida do Evangelho!

O lema da JMJ, cujo conteúdo foi desenvolvido em sua preparação e nas catequeses feitas por nós Bispos em Madri, veio do texto de São Paulo aos Colossenses: “Continuai enraizados e edificados em Cristo, firmes na fé” (Cf. Cl 2, 7). A carta, da qual é tirado este convite, foi escrita para responder a uma necessidade precisa dos cristãos de Colossos. Com efeito, aquela comunidade estava ameaçada pela influência de tendências culturais que afastavam os fiéis do Evangelho. O nosso contexto cultural tem muitas analogias com o tempo dos Colossenses. Há uma forte corrente de pensamento laicista que pretende marginalizar Deus da vida das pessoas e da sociedade, perspectivando e tentando criar um «paraíso» sem Ele. Mas a experiência ensina que o mundo sem Deus se torna um «inferno»: prevalecem os egoísmos, as divisões nas famílias, o ódio entre as pessoas e entre os povos, a falta de amor, de alegria e de esperança. Ao contrário, onde as pessoas e os povos acolhem a presença de Deus, O adoram na verdade e ouvem a Sua voz, constrói-se concretamente a civilização do amor, na qual todos são respeitados na sua dignidade, cresce a comunhão, com os frutos que ela dá (Cf. Mensagem do Papa Bento XVI para a XXVI Jornada Mundial da Juventude, 2-5).

Bento XVI trabalhou sua mensagem para a Jornada Mundial da Juventude em torno de três imagens: «enraizado» recorda a árvore e as raízes que a alimentam; «fundado» refere-se à construção de uma casa; «firme» evoca o crescimento da força física e moral. No texto original as três palavras, sob o ponto de vista gramatical, estão no passivo: isso significa que é o próprio Cristo quem toma a iniciativa de radicar, fundar e tornar firmes os que acreditam. No encontro com Cristo, a juventude do mundo, enraizada n'Ele e n'Ele alicerçada, encontra forças para permanecer firme na fé.

A experiência da JMJ nos remete à jovem de Nazaré, Maria, cuja Assunção do Céu nós celebramos. Ela foi saudada pelo anjo com uma expressão inusitada na Sagrada Escritura: “Ave, cheia de graça” (Cf. Lc 1, 28). É a inimizade com o pecado, sonhada e prometida no Livro do Gênesis: “Porei inimizade entre ti e a mulher, entre a tua descendência e a dela” (Gn 3, 15). A uma apenas adolescente, Deus pediu uma resposta de gente grande: “Eis a escrava do Senhor, fala-se em mim segundo a tua palavra” (Lc 1, 38). Ela foi elevada ao Céu em corpo e alma, sem sofrer a corrupção do sepulcro após a morte. Nela já se realizou a promessa contida na palavra do Apóstolo: “Quando este ser corruptível estiver vestido de incorruptibilidade e este ser mortal estiver vestido de imortalidade, então estará cumprida a palavra da Escritura: a morte foi tragada pela vitória” (1 Cor 15, 54).

Dom Alberto Taveira Corrêa
Arcebispo de Belém - PA

21 de agosto de 2011

Agora é oficial #JMJ_Rio


Agora é oficial: A Jornada Mundial da Juventude será no Rio de Janeiro em 2013.

Bento XVI anunciou, neste domingo, 21, na Santa Missa de encerramento da JMJ Madri, que o Brasil é o próximo país a receber os jovens do mundo para um encontro com o Sucessor de Pedro. A alegria tomou conta dos mais de 15 mil brasileiros que estavam no Aeródromo de Cuatro Vientos, local da Celebração Eucarística com Bento XVI. As câmeras, os microfones e toda a atenção do público se voltaram para o grito dos brasileiros ao ouvirem o anúncio do Sumo Pontífice.
Ainda durante a celebração, na saudação que fez em várias línguas, o Santo Padre declarou aos jovens na saudação em língua portuguesa: “Nos encontramos no Rio de Janeiro em 2013”, quando se pôde ouvir em Cuatro Vientos os gritos: “Brasil! Brasil!”
A equipe da Canção Nova, que estava cobrindo o evento, também fez muita festa na Sala de Imprensa a ouvir o Papa anunciar o Rio como sede da JMJ 2013. Em seguida, uma chuva de repórteres veio entrevistar-nos. Um dos repórteres nos perguntou se a Copa do Mundo em 2014 e as Olimpíadas em 2016 não iriam ofuscar a JMJ. Dissemos que são eventos diferentes e público diferente. “Apesar de saber que os jovens também vão para conhecer o país, a cultura e fazer um pouco de turismo, os jovens da JMJ têm um objetivo claro: um encontro com Jesus Cristo junto ao Sucessor de Pedro”, segundo afirmação de nossa equipe aos jornalistas.

Ainda hoje, às 16 horas (11 horas no horário do Brasil), os brasileiros que estão em Madri têm um encontro marcado na Estação Príncipe Pio. Um show celebrará a festa brasileira no palco Madrid-Rio, contando com a presença de mais de 30 cantores católicos para animar os peregrinos que estão na capital espanhola.

Agora, a Igreja do Brasil inaugura uma nova fase de muito trabalho, muita oração e muita alegria, porque em 2013 receberemos Bento XVI junto com os jovens de todo o mundo.

Celebre! A festa é sua!

JMJ: Bento XVI Indica aos jovens o caminho da fé


A homilia de Bento XVI na Santa Missa de encerramento da Jornada Mundial da Juventude (JMJ) 2011, no aeródromo madrileno de Cuatro Vientos, onde se encontram mais de um milhão e meio de jovens, centrou-se no Evangelho deste domingo, com a profissão de fé de Pedro, que confessa Jesus como “o Filho do Deus vivo”, em resposta à interpelação do Mestre: “Quem dizeis vós que eu sou?” 

O Santo Padre fez um apelo aos jovens católicos de todo o mundo para que testemunhem a sua fé publicamente, mesmo em “lugares onde prevaleça a rejeição ou a indiferença”.

“São certamente muitos os que se sentem atraídos pela figura de Cristo e desejam conhecê-Lo melhor.” Acrescentou o Pontífice. Mas quem é Ele realmente? Como é possível que alguém que viveu na terra há tantos anos tenha algo a ver comigo hoje?”, questionou.

Bento XVI ressaltou o pouco tempo de descanso que os jovens tiveram nestes dias e disse que “a fé vai mais longe que os simples dados empíricos ou históricos, e é capaz de apreender o mistério da pessoa de Cristo na sua profundidade”, frisando que “a fé não é fruto do esforço do homem, da sua razão, mas é um dom de Deus”.

“É impossível encontrar Cristo, e não O dar a conhecer aos outros. Por isso, não guardeis Cristo para vós mesmos. Comunicai aos outros a alegria da vossa fé. O mundo necessita do testemunho da vossa fé; necessita, sem dúvida, de Deus”, declarou.

O Papa pediu aos jovens para não cederem à “tentação de ir «por conta própria» ou de viver a fé segundo a mentalidade individualista, que predomina na sociedade”.

Bento XVI aconselhou os jovens a estarem inseridos nas paróquias, comunidades e movimentos.

Rio de Janeiro será a sede da JMJ 2013


A próxima Jornada Mundial da Juventude será no Brasil, na cidade do Rio de Janeiro, em 2013, segundo anunciou o Papa Bento XVI no encerramento do evento, que está em sua 26ª edição.

“Compraz-me agora anunciar que a sede da próxima Jornada Mundial da Juventude, em 2013, será o Rio de Janeiro. Peçamos ao Senhor, desde já, que assista com a sua força quantos hão-de pô-la em marcha e aplane o caminho aos jovens do mundo inteiro para que possam voltar a reunir-se com o Papa naquela bonita cidade brasileira”, anunciou o Pontífice na missa de encerramento da JMJ 2011.

O encontro mundial dos jovens com o Santo Padre acontecerá com um ano de antecipação, em 2013, em vez de 2014, para evitar que coincida com a Copa do Mundo de Futebol, que será disputada no Brasil em 2014.
O Rio de Janeiro, cidade emblemática do país com o maior número de católicos do mundo, foi eleita em uma disputa com outra candidata, Seul, capital da Coreia do Sul.
Esse será o terceiro grande acontecimento organizado nos próximos anos no país, junto ao Mundial de Futebol (2014) e os Jogos Olímpicos (2016).

Após Buenos Aires, em 1987, a capital fluminense será a segunda da América do Sul a sediar o encontro internacional.



“A cruz da JMJ já está a caminho do solo brasileiro.”

“Queridos amigos, antes de nos despedirmos e no momento em que os jovens de Espanha entregam aos do Brasil a cruz das Jornada Mundial da Juventude, como Sucessor de Pedro confio a todos os presentes esta insigne incumbência: Levai o conhecimento e o amor de Cristo ao mundo inteiro. Ele quer que sejais os seus apóstolos no século XXI e os mensageiros da sua alegria. Não O desiludais”, pediu o Papa ao final da celebração.
Em entrevista exclusiva ao Portal Canção Nova o Bispo diocesano de Caraguatatuba (SP), Dom Antonio Carlos Altieri (bispo referencial da juventude do Regional Sul 1 da CNBB) e o Assessor do Setor Juventude da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) padre salesiano Antônio Ramos do Prado (padre Toninho), falam sobre a cruz da JMJ.

O objeto-símbolo da JMJ passará pelas dioceses da nação brasileira em visita a paróquias, a grupo de jovens e de forma particular indo ao encontro dos menos favorecidos, segundo nos informa padre Toninho. “Ela visitará também os cárceres e as antigas “Febens” (atual Fundação Casa), onde vive uma massa de jovens infratores. A cruz será este sinal de fé, de amor e também de denúncia”, conclui o sacerdote.



O Bispo diocesano de Caraguatatuba nos conta que a cruz da Jornada Mundial da Juventude já passou por países sem predominância cristã: “Ela levou luz e questionamento, afinal ela porta uma experiência de contradição.”

“A cruz é um despertar, é uma mensagem que precisa ser levada a todos”, salienta o prelado. “Esta é, sem dúvida, a dimensão missionária da Igreja.”

O sacerdote e assessor do Setor Juventude da CNBB diz que a visita da cruz nos indica um apelo missionário: “Ela traz consigo um chamado. Leva o jovem a refletir sobre o aspecto vocacional e o seguimento de Cristo.”

Durante a permanência da cruz no Brasil serão promovidos três grandes seminários nas diversas dioceses, segundo padre Toninho: “O primeiro será sobre bioética, um assunto que ainda precisa ser abordado por nós católicos. O outro seminário será sobre a comunicação, o qual abordará a ética no uso das redes sociais. E por último, já próximo da JMJ, haverá um específico sobre missão. Desejamos que haja uma continuidade de evangelização à luz da experiência com a cruz.”
Dom Altieri deixa uma mensagem de ânimo e motivação a todos nós comprometidos com a fé e com o Evangelho de Nosso Senhor Jesus Cristo: “Nos prepararemos para receber a cruz nas nossas dioceses. Que todos se empenhem, se envolvam e se dediquem a fazer esta bela experiência. Convido todos a estarem de coração aberto para receber Jesus!”

JMJ: “A CHUVA É SINAL DE BÊNÇÃOS”


Milhares de peregrinos lotaram o aeródromo de Cuatro Vientos, a oito quilômetros de Madri, Espanha.
A organização da Jornada Mundial da Juventude divulgou uma estimativa de aproximadamente um milhão de fiéis, durante a vigília com os jovens nesta edição, presidida pelo Papa Bento XVI, que se encontra na capital espanhola desde quinta-feira.

Uma das preocupações da organização foi a aglomeração de “muitas pessoas num dia de muito calor”, por este motivo foram espalhados pelo local carros de bombeiros que lançavam água para refrescar os participantes.

A vigília foi iniciada com o recebimento da cruz, símbolo da JMJ, que percorreu todas as dioceses do país-sede da JMJ.
Na celebração, representando todos os Cinco Continentes, cinco jovens fizeram perguntas a Bento XVI.

O Santo Padre começou seu discurso ressaltando a vivência da fé e convidou os jovens a expressarem o amor de Cristo: “Se permanecerdes no amor de Cristo, radicados na fé, encontrareis, mesmo no meio de contrariedades e sofrimentos, a fonte do júbilo e a alegria. A fé não se opõe aos vossos ideais mais altos; pelo contrário, exalta-os e aperfeiçoa-os. Queridos jovens, não vos conformeis com nada menos do que a Verdade e o Amor, não vos conformeis com nada menos do que Cristo.”

Durante a celebração, uma forte chuva pegou de surpresa a todos, o que não dispersou a multidão, porém, fez com que o discurso fosse interrompido por alguns instantes.



O Santo Padre, aberto à Divina Providência Divina, retomou a Palavra à luz do acontecimento natural, ressaltando que a chuva é sinal de bênçãos e que a força dos jovens é maior que a chuva.

Em português, o Papa convidou cada um a “estabelecer um diálogo pessoal com Cristo, expondo-Lhe as próprias dúvidas e sobretudo escutando-O”. Seguindo a celebração houve a adoração ao Santíssimo Sacramento, o momento central e mais sublime da vigília.

Ao se retirar do local da celebração o Sumo Pontífice foi interpelado pelos jovens que queriam expressar seu amor e afeto.

Bento XVI encerrou este momento mostrando sua alegria em ver a perseverança dos jovens presentes: “Foi maravilhoso o exemplo que vocês deram. Firmes na fé resistimos à chuva, tenham uma boa noite, descansem bem, obrigado pelo sacrifício que estão fazendo. Espero todos amanhã.”

Na manhã deste domingo, 21, às 9h30, pelo horário de Madri (4h30 pelo horário de Brasília), o Papa celebrará a Missa de encerramento da Jornada Mundial da Juventude 2011, na qual anunciará a próxima sede da JMJ.

Chegou a hora de testemunhar esta JMJ


Retrospectiva JMJ
Seis dias de muita festa, manifestação de fé e testemunho para todo o mundo. Está concluída a 26ª edição da Jornada Mundial da Juventude em Madri, na Espanha. É hora de ir e de fazer vivas e atuantes as palavras do Pastor da Igreja Universal, o Santo Padre o Papa Bento XVI.

Um homem de 84 anos cuja jovialidade, fé e força impressiona a todos. Conduziu cada discurso e homilia tendo como base o tema dado ao evento: “Enraizados e edificados em Cristo, firmes na fé”, fazendo um apelo ao compromisso sério e coerente de uma autêntica vida cristã.

Já na sua chegada a Madri, em seu discurso na Praça Cibeles, o Sumo Pontífice deixou uma palavra de ânimo aos presentes: “Que a chama do amor de Cristo nunca se apague em vossos corações!”.

Para que essa chama não se apague é preciso uma experiência real com Aquele que atraiu estes jovens vindos das diversas partes do mundo. É preciso seguir o Cristo da cruz, não como sinal de sofrimento, mas de redenção.

Nas ruas da charmosa cidade espanhola, a Via-sacra foi vivida e experienciada de forma intensa. Para carregar a cruz, símbolo da JMJ, foram escolhidos jovens com algum tipo de deficiência, provenientes de áreas de conflitos, como Terra Santa e Iraque e também alguns vindos de países que sofreram catástrofes naturais, como é o caso do Haiti e Japão.

O Sumo Pontífice mostrou o quanto a “Mãe Igreja” se importa com seus filhos e como é próxima dos que sofrem, por isso se compromete com eles: “A Paixão de Cristo incita-nos a carregar sobre os nossos ombros o sofrimento do mundo, com a certeza de que Deus não é alguém distante ou alheio ao homem e às suas vicissitudes; pelo contrário, fez-Se um de nós para poder padecer com o homem, de modo muito real, na Carne e no Sangue.”

Em todas as suas ações e palavras, o Sucessor de Pedro destacou a importância do homem na realidade do mundo, razão pela qual visitou uma casa para acolhimento de crianças e jovens deficientes: “Nenhuma aflição é capaz de apagar esta efígie divina gravada no mais fundo do homem”, continua ele, “A vida destes jovens muda o coração dos homens e, por isso, damos graças ao Senhor por tê-los conhecido.”

Estas palavras trazem consolo e esperança aos nossos corações, numa realidade na qual a “seleção” é cada vez maior.



Continuando seu itinerário o Santo Padre se encontrou com os seminaristas, com aqueles que desejam compartilhar o sacerdócio de Cristo. Na oportunidade, Bento XVI os acolheu, demonstrando-lhes afeto e cuidado, mas também os alertou sobre a responsabilidade do “SIM” :“Nós devemos ser santos para não gerar uma contradição entre o sinal que somos e a realidade que queremos significar.”

Exercendo seu ministério no “tu a tu”, o Pontífice também nos apresentou algo novo, ao ser o primeiro Papa na história da JMJ a atender em confissão alguns jovens, numa grande celebração chamada “Festa do Perdão”, iniciativa que promoveu essa graça aos peregrinos. É a face da Divina Misericórdia, que visita o mundo testemunhando o amor como a vocação primeira de todo cristão.

Um homem inserido no mundo e preocupado com ele, o Sucessor de Pedro também esteve com os jovens noruegueses levando-lhes o consolo pelo duplo atentado de Oslo, que tirou a vida de 77 pessoas no dia 22 de julho.



"Espero poder encontrar-vos daqui a dois anos"

A luz que foi acessa um dia pelo beato João Paulo II, sempre lembrado nesta edição da JMJ, não pode apagar. Na vigília as velas acesas representavam a luz, que é Cristo, em cujo cenário mais de um milhão de jovens perseverantes adentraram a noite numa expressão ímpar de fé, depois de uma grande tempestade. “Também por isso, sois um exemplo. O Senhor, com a chuva, manda-nos muitas bênçãos”, ressaltou o Santo Padre.

Encerrando esta jornada o envio foi feito, Bento XVI fez um apelo para que os jovens católicos de todo o mundo testemunhem a sua fé publicamente, mesmo em “lugares onde prevaleça a rejeição ou a indiferença”.

Eis que uma nova jornada se inicia no dia de hoje, é hora de assumir cada palavra proferida e dar a nossa contribuição para uma sociedade que precisa do nosso testemunho. A cruz, objeto-símbolo da JMJ, já está a caminho do Brasil e com ela recebemos também o compromisso de levar Cristo a todos.

Bom trabalho! Levemos em nosso coração as palavras finais de Bento XVI: “Peçamos ao Senhor, desde já, que assista com a Sua força quantos hão-de pô-la em marcha e aplane o caminho aos jovens do mundo inteiro para que possam voltar a reunir-se com o Papa naquela bonita cidade brasileira.”

Avancemos sem medo de sermos testemunhas da esperança!

20 de agosto de 2011

Povos unidos pela fé


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“Ouvimo-los publicar em nossas línguas as maravilhas de Deus!” (At, 2, 11). O espanto que tomou conta de partos, medas e elamitas no dia de Pentecostes, quando testemunharam os apóstolos falando em várias línguas e povos de toda a terra compreendendo o que eles diziam se repete agora, dois mil anos depois, em Madri. A Jornada Mundial da Juventude reúne uma multidão de povos como nenhum outro evento é capaz de fazer. Estão todos misturados e falando incontáveis idiomas, mas todos se entendem em uma língua verdadeiramente universal: a língua da fé.

São 428 mil jovens inscritos na Jornada Mundial da Juventude de Madri – mais de 360 mil deles vindos de fora da Espanha. São mais de 80 mil espanhóis e mais de 80 mil italianos, mais de 50 mil franceses, quase 30 mil americanos e mais de 15 mil alemães. Só de brasileiros, são quase 14 mil – isso sem falar em todos os outros povos do mundo.

Todos esses peregrinos tomaram as ruas da cidade com uma infinidade de bandeiras, de cores, de jeitos diferentes. A grande maioria anda com as bandeiras de seus países. Os grupos italianos cantam quando se encontram. Os franceses fazem algazarra com bandeiras enormes. Os brasileiros entoam músicas nacionais. Peregrinos do Zimbábue apresentam danças típicas nas ruas. Houve até um grupo de argentinos cantando e dançando samba. Vemos mexicanos com sombreros e chineses e filipinos com seus chapéus típicos, grupos de escoteiros europeus, jovens com as cores de seus países nas roupas.

Uma coisa é unânime. Basta ver a camisa da seleção ou a bandeira verde e amarela para que os outros jovens – não importa de onde venham – sorriam e gritem “Brasil!”. Os italianos, em especial, são doidos por uma bandeira brasileira.

Enquanto se deslocam pela cidade – seja para participar das catequeses com os bispos, seja para ir a alguma atividade cultural ou aos atos centrais com o Papa, as multidões se encontram nas estações e nos vagões de metrô. Nesses momentos, se cumprimentam, tentam conversar um pouco, fazer amizades. Os jovens tiram fotos uns com os outros, trocam seus contatos nas redes sociais, conversam um pouco sobre os países de onde vieram. O cambio, a troca de lembrancinhas de cada país, acontece a toda hora.

Nas catequeses, brasileiros e portugueses se encontram. Os jovens também procuram participar de eventos culturais promovidos por artistas de outros países. Para atrair esse público, a Comunidade Shalom apresentou em espanhol o espetáculo ‘O Canto das Írias’. O mesmo fez a banda Rosa de Saron, que apresentou versões em espanhol de seus sucessos.

Os idiomas diferentes nem chegam a ser uma barreira. Cada um mistura sua própria língua com um pouco de inglês e um pouco de espanhol e nessa confusão, todos se entendem. É um tal de “What is the name desta calle?”, “What´s your nombre?”, “Eu soy de Brasil!”…

O jovem americano Austin Wilcox disse gostar muito dessa interação com os jovens de países diferentes. “Eu vim de uma cidade pequena. Aqui posso conhecer muitas realidades diferentes”, disse. Já o padre o padre espanhol Nicolás Ribero, destacou a unidade dos jovens. “É uma experiência única. Há um espírito comum, uma unidade da juventude que supera todas as diferenças”.

Essa multiplicidade de povos fica evidente nos atos centrais, quando todas as bandeiras são desfraldadas num mar de cores. Mas o coro dos jovens é uníssono: “Benedito! Esta és la juventud del Papa”. Assim vai se cumprindo, na Jornada Mundial da Juventude, um novo Pentescostes: com todos os povos falando a mesma língua do amor de Cristo.

19 de agosto de 2011

Encenação da Via-Sacra JMJ


O Papa Bento XVI presidiu esta tarde,19, a celebração da Via-sacra, devoção católica inserida no programa da Jornada Mundial da Juventude, (JMJ), que está sendo realizada em Madri, Espanha.
Em sua meditação o Santo Padre recordou o sofrimento humano, que é assumido por Jesus Cristo na cruz: “A Paixão de Cristo incita-nos a carregar sobre os nossos ombros o sofrimento do mundo, com a certeza de que Deus não é alguém distante ou alheio ao homem e às suas vicissitudes; pelo contrário, fez-Se um de nós para poder padecer com o homem, de modo muito real, na Carne e no Sangue”.
Em cada estação jovens de diferentes nacionalidades seguiram com a cruz, objeto que é símbolo do evento. Foram escolhidos peregrinos com algum tipo de deficiência, provenientes de áreas de conflitos, como Terra Santa e Iraque e também alguns vindos de países que sofreram catástrofes naturais, como é o caso do Haiti e Japão.
A ideia por parte dos organizadores foi a de mostrar que Jesus está perto daqueles que sofrem, fazendo a passagem da morte para a vida
Bento XVI sublinhou a importância do aprendizado e de uma vida autêntica cristã, que deve passar das palavras ao testemunho vivo: “Olhemos para Cristo, suspenso no duro madeiro, e peçamos-Lhe que nos ensine esta misteriosa sabedoria da cruz, graças à qual vive o homem. A cruz não foi o desfecho de um fracasso, mas o modo de exprimir a entrega amorosa que vai até à doação máxima da própria vida.”
Décima primeira estação
Além das tradicionais 14 estações, que retratam os momentos da condenação e execução de Nosso Senhor Jesus, está exposta uma outra escultura, dedicada a Nossa Senhora das Dores, à qual o Papa dirigiu sua oração conclusiva: “Voltemos agora os nossos olhos para a Virgem Maria, que nos foi entregue por Mãe no Calvário, e supliquemos-Lhe que nos apoie com a sua amorosa proteção no caminho da vida, particularmente quando passarmos pela noite da dor, para conseguirmos permanecer como ela, firmes ao pé da cruz.”


Ao final do discurso os jovens aplaudiram o Santo Padre, empolgados, gritando: “Benedictus” (Bento)!

Sacerdote, presente de Deus para o Mundo


Máquinas a postos, bandeiras nas mãos e o coração...


Máquinas a postos, bandeiras nas mãos e o coração acelerado na expectativa da primeira aparição do papa Bento XVI na Jornada Mundial da Juventude 2011. Milhares de jovens se espremeram pelas ruas de Madri nesta quinta-feira para ver o pontífice passar. Enquanto não avistavam o papamóvel, gritavam o nome de “Benedicto” e entoavam cânticos.

Jovens de todas as partes do mundo suportaram horas em pé, sob forte sol e temperatura próxima dos 40ºC, para guardar na memória a imagem de um Bento XVI sereno, que passou pela multidão sorrindo e acenando. Para tentar um melhor ângulo do pontífice, muitos se penduraram em árvores e monumentos.

Quem não conseguiu um lugar na Praça de Cibeles, onde o palco central foi montado, acompanhou o discurso pelos telões espalhados pela região. Bastou o Santo Padre começar a falar que a multidão se acalmou: ouvidos atentos e olhos vidrados em Bento XVI, que se dirigiu à juventude em diversas línguas.

A recepção ao papa trouxe ainda mais ânimo aos peregrinos. Madri está em festa. Nos restaurantes, nas estações de trem e metrô, dentro dos ônibus e pelas ruas, os jovens ecoam, com sotaques diferentes, uma frase que está se transformando no slogan da JMJ 2011: “Esta é a juventude do papa!”. É a prova de que a Igreja está mais viva do que nunca.

18 de agosto de 2011

Rio de Janeiro será a sede da JMJ 2013

CIDADE DO VATICANO – A próxima Jornada Mundial da Juventude será no Rio de Janeiro, em 2013, revelou o porta-voz da Santa Sé, padre Federico Lombardi S.J.

Em um encontro com os jornalistas, o diretor da Sala de Imprensa da Santa Sé destacou que o anúncio será feito solenemente pelo próprio Papa, no domingo 21 de agosto, ao concluir a JMJ de Madri.

A edição do Rio de Janeiro acontecerá com um ano de antecipação, em 2013, em vez de 2014, para evitar que coincida com a Copa do Mundo de Futebol, que será disputada no Brasil em 2014.

O Rio de Janeiro, cidade emblemática do país com o maior número de católicos do mundo, foi eleita em uma disputa com outra candidata, Seul, capital da Coréia do Sul.

Para o Brasil, será o terceiro grande acontecimento a se organizar nos próximos anos, junto ao Mundial de Futebol (2014) e os Jogos Olímpicos (2016).

Após Buenos Aires, em 1987, a cidade brasileira será a segunda da América do Sul a celebrar o encontro internacional.

Com a de Madri, já se celebraram 26 JMJ, todas elas presididas pelo Papa, 11 fora do Vaticano.

Trata-se de Buenos Aires (Argentina), Santiago de Compostela (Espanha), Czestochowa (Polônia), Denver (Estados Unidos), Manila (Filipinas), Paris (França), Roma (Itália), Toronto (Canadá), Colônia (Alemanha) e Sydney (Austrália).

Cerca de 20 milhões de jovens participaram desses eventos internacionais. As JMJ nasceram em 1984, por iniciativa do Papa João Paulo II. A primeira aconteceu em Roma, no domingo de Ramos do citado ano, no contexto das celebrações setoriais do Ano Santo Jubilar da Redenção (1983-1984).

BOAS-VINDAS AO SANTO PADRE


Jovens de todo o mundo reunidos em Madri
Centenas de milhares de peregrinos deram as boas-vindas ao Santo Padre, o Papa Bento XVI, na Praça de Cibeles, centro de Madri, capital da Espanha.

Num clima de fé, alegria, fraternidade e comunhão os jovens acenaram suas bandeiras e seguiram o papamóvel.

Acompanhado por alguns jovens, que representavam os Cinco Continentes, e pelo arcebispo da capital espanhola, Cardeal Rouco Varela, o Sumo Pontífice passou pelo Arco Central da Porta de Alcalá, monumento pelo qual, antigamente, os visitantes passavam quando chegavam à capital espanhola. Lá Bento XVI plantou uma muda de oliveira, como símbolo do tema desta Jornada Mundial da Juventude (JMJ): “Enraizados e edificados em Cristo, firmes na fé” (cf. Col 2, 7).

Durante o percurso o Santo Padre parou para saudar alguns peregrinos presentes.
O entusiasmo tomou conta do centro da capital espanhola, o calor local era compatível com o calor dos corações daqueles que participaram dessa grande celebração de fé.
A JMJ é aberta a todos os povos, há entre os jovens católicos, jovens de outras religiões. A esse respeito o Sucessor de Pedro falou, em discurso proferido na chegada a Madri, no aeroporto de Barajas: “Venho aqui para me encontrar com milhares de jovens de todo o mundo, católicos, interessados por Cristo ou à procura da verdade que dê sentido genuíno à sua existência”.

O Papa foi homenageado com breves apresentações que expressaram a cultura e a tradição espanhola e recebeu ainda a chave da cidade.

O Santo Padre respondeu às manifestações de alegria e de ânimo dos jovens presentes com um sorriso e um “tchauzinho”, ao som da melodia: “Somos a juventude do Papa.”

Todo o percurso de papamóvel foi feito com uma presença maciça de jovens que saudavam o Papa com muito entusiasmo. Essa é a terceira JMJ de Bento XVI.

Em seu discurso na Praça Cibeles o Sumo Pontífice deixou uma palavra de ânimo aos presentes: “Que a chama do amor de Cristo nunca se apague em vossos corações.”
 lançou um apelo: “A Igreja precisa de vós e vós precisais da Igreja”, sendo aplaudido pelos peregrinos.

A JMJ 2011 teve início na terça-feira (16) e será finalizada no domingo (21), na capital espanhola. Mais de um milhão de peregrinos estão em solo espanhol para ouvir os direcionamentos do Papa Bento XVI, formando o maior evento juvenil organizado pela Igreja Católica.

Na celebração realizada na festa da acolhida, o Santo Padre se dirigiu aos jovens: “O Mestre que fala não ensina algo que aprendeu de outro, mas ensina o que Ele é, pois conhece bem o caminho do homem para Deus, afinal foi Ele quem o abriu para nós.
Essa é a vida que vale a pena viver, uma vida que nem com a morte se finda.
Quando não caminhamos com Cristo nos desviamos do caminho. Vamos atrás de propostas enganadoras e volúveis, que deixam o vazio e a frustração. Diante das nossas fraquezas sempre contamos com o Senhor que nos oferece o perdão e a misericórdia.
Queridos amigos, sejam prudentes e sábios, assim nada vos fará tremer e em vosso coração brilhará a paz.
Maria nos ensina como ninguém a fidelidade ao seu Divino Filho. Peçamos que o nosso ‘sim’ a Cristo seja como o dela, um ‘sim’ incondicional, durante esta Jornada Mundial da Juventude e durante toda a nossa jornada nesta terra.”

PAPA BENTO XVI CHEGA À JMJ 2011


Nesta quinta-feira 18, o Aeroporto de Barajas, em Madri, ficou com um brilho diferente. Às 14 horas, horário local, Papa Bento XVI chegou à Jornada Mundial da Juventude em clima de muita festa, sinos de todas as igrejas da cidade-sede do evento badalaram, jovens acenaram e acolheram o Papa com muita alegria e entusiasmo.
Assim que chegou Papa Bento XVI foi acolhido pelos reis da Espanha, recebeu cumprimentos da presidente da Comunidade de Madri, Esperanza Aguirre, e da ministra das Relações Exteriores, Trinidad Gimenez; assim como das autoridades civis e militares e das autoridades religiosas, como cardeais e bispos espanhóis.

O Rei Juan Carlos I, da Espanha, recepcionou Sua Santidade com algumas palavras: “Reitero o mais afetuoso agradecimento pela chegada, em nome da Rainha e do meu próprio Santo Padre. Desde a primeira Jornada Mundial da Juventude se produziram inumeráveis transformações na vida de milhares de jovens. Sabemos que essa é a melhor jornada já feita na história, e isso nos alegra muito, a todos os espanhóis! Recordamos a memória do inesquecível inspirador das Jornadas: Beato João Paulo II”. O rei também ressaltou que esta é a terceira visita de Sumo Pontífice à Espanha desde o início de seu pontificado e que sua presença traz paz. Também comentou sobre a profunda confiança na acolhida do Santo Padre aos jovens, aos quais ele anima, não apenas jovens espanhóis, mas do mundo todo. Completa:

“Em nome do povo espanhol seja bem-vindo! Desejamos-lhe uma feliz e frutífera presença em Madri”.

O Santo Padre, o Papa Bento XVI, agradeceu aos organizadores, às famílias, instituiçoes e saudou os jovens que o acolhem, dizendo em seu discurso: “Venho aqui para encontrar-me com milhares de jovens de todo o mundo, católicos, interessados por Cristo. A Jornada Mundial da Juventude nos traz uma mensagem de esperança, como uma brisa de ar puro e juvenil, com aromas renovadores que nos enchem de confiança! Venho nestes dias de intensa atividade pastoral para confirmar que Jesus Cristo é o Caminho, a Verdade e a Vida”. O Papa também exortou aos jovens a se encontrarem com Cristo amigo.



O Sumo Pontífice questionou: “Por que e para que temos essa multidão de jovens aqui em Madri?” A resposta deveria ser dita por cada um deles, mas o Papa acrescentou: “Eles desejam escutar a Palavra de Deus, como foi proposto a cada um para estar aqui na Jornada Mundial da Juventude, de uma maneira, arraigados e edificados em Cristo, manifestando a força da fé”.

“Muitos deles ouviram a voz de Deus, talvez só com um leve sussurro, que os levou a buscar mais diligentemente e repartir com os outros a experiência da força que têm em suas vidas”.

E finalmente confiou o encontro a Santíssima Virgem Maria, pediu a intercessão dos santos protetores da Jornada, pediu a Deus a bênção e a proteção sempre ao povo de Espanha. E agradece a acolhida.

Álbum - JMJ Madrid 2011


Resposta Católica