Na Missa da Quinta-Feira Santa, antes do lava-pés, assim foi lido pelo comentarista: “O lava-pés é um dos gestos mais expressivos da missão e identidade de Jesus: estar a serviço do Pai e dos irmãos”.
Portanto, a missão do cristão é SER IGREJA, isto é, trabalhar na vinha do Senhor; ser um membro vivo da videira de Cristo; ser um sujeito ativo na missão de salvação proposta por Jesus Cristo.
• Ser Igreja: é ser um povo de servidores do Evangelho;
• Ser Igreja: é ser um instrumento de instauração do Reino de Deus entre os homens;
• Ser Igreja: é viver a fé em Jesus Cristo de modo encarnado nos outros.
O Documento de Santo Domingo apresenta uma grande denúncia: a maior parte dos batizados ainda não tomou plena consciência de sua pertença à Igreja, do seu Ser Igreja. Sentem-se católicos, mas não Igreja.
Poucos assumem os valores, os princípios e as crenças cristãs como elemento de sua identidade, não sentindo a necessidade de um compromisso eclesial e evangelizador.
SER IGREJA é ser povo de Deus enviado para todas as condições e modos de vida (ou culturas), e aí exercendo, guiados pelo espírito evangélico, como fermento que atua por dentro, a missão de salvação e de santificação do mundo.
SER IGREJA é contribuir para tornar visível o Cristo nos outros, pelo testemunho de vida e com o fulgor da fé, da esperança e da caridade.
São Paulo concluiria assim: “Já não sou eu que vivo, mas é Cristo que vive em mim” (GL 2,20)
A Exortação Apostólica Christifideles Laici (CL), que trata da vocação e missão dos leigos na Igreja e no mundo, afirma que o SER IGREJA é uma das grandes urgências do mundo atual. E ela é categórica: “Os fiéis leigos, precisamente por serem membros da Igreja, têm por vocação e por missão anunciar o Evangelho”. Evangelizar é, pois, fazer chegar a Boa Nova a todos. É colocar “a Boa Nova como fonte de esperança no meio de tantos conflitos que surgem no coração do homem e na sociedade desigual, impedindo a realização do projeto de Deus”.
Evangelizar é reconhecer-se Igreja missionária. É reconhecer o mandato do Senhor, fortalecido no Pentecostes, que fez com que os discípulos assumissem sua tarefa apostólica.
A missão de Jesus Cristo foi evangelizar. A missão da Igreja é evangelizar. A missão do fiel leigo, como Igreja, é evangelizar. Existe aí, pois, uma ligação muito profunda entre Jesus, a Igreja e a evangelização.
Devemos afirmar como São Paulo: “Anunciar o Evangelho não é título de glória para mim. É, antes, uma necessidade que se me impõe. Ai de mim se não evangelizar”. (1Cor 9,16)
Portanto, a missão do cristão é SER IGREJA, isto é, trabalhar na vinha do Senhor; ser um membro vivo da videira de Cristo; ser um sujeito ativo na missão de salvação proposta por Jesus Cristo.
• Ser Igreja: é ser um povo de servidores do Evangelho;
• Ser Igreja: é ser um instrumento de instauração do Reino de Deus entre os homens;
• Ser Igreja: é viver a fé em Jesus Cristo de modo encarnado nos outros.
O Documento de Santo Domingo apresenta uma grande denúncia: a maior parte dos batizados ainda não tomou plena consciência de sua pertença à Igreja, do seu Ser Igreja. Sentem-se católicos, mas não Igreja.
Poucos assumem os valores, os princípios e as crenças cristãs como elemento de sua identidade, não sentindo a necessidade de um compromisso eclesial e evangelizador.
SER IGREJA é ser povo de Deus enviado para todas as condições e modos de vida (ou culturas), e aí exercendo, guiados pelo espírito evangélico, como fermento que atua por dentro, a missão de salvação e de santificação do mundo.
SER IGREJA é contribuir para tornar visível o Cristo nos outros, pelo testemunho de vida e com o fulgor da fé, da esperança e da caridade.
São Paulo concluiria assim: “Já não sou eu que vivo, mas é Cristo que vive em mim” (GL 2,20)
A Exortação Apostólica Christifideles Laici (CL), que trata da vocação e missão dos leigos na Igreja e no mundo, afirma que o SER IGREJA é uma das grandes urgências do mundo atual. E ela é categórica: “Os fiéis leigos, precisamente por serem membros da Igreja, têm por vocação e por missão anunciar o Evangelho”. Evangelizar é, pois, fazer chegar a Boa Nova a todos. É colocar “a Boa Nova como fonte de esperança no meio de tantos conflitos que surgem no coração do homem e na sociedade desigual, impedindo a realização do projeto de Deus”.
Evangelizar é reconhecer-se Igreja missionária. É reconhecer o mandato do Senhor, fortalecido no Pentecostes, que fez com que os discípulos assumissem sua tarefa apostólica.
A missão de Jesus Cristo foi evangelizar. A missão da Igreja é evangelizar. A missão do fiel leigo, como Igreja, é evangelizar. Existe aí, pois, uma ligação muito profunda entre Jesus, a Igreja e a evangelização.
Devemos afirmar como São Paulo: “Anunciar o Evangelho não é título de glória para mim. É, antes, uma necessidade que se me impõe. Ai de mim se não evangelizar”. (1Cor 9,16)
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