Ele não oprime, dá liberdade; não aterroriza, lança fora o medo; não agoniza, traz descanso; não condena, traz perdão.
O Evangelho de Jesus não esmaga, alivia fardos; não manipula, respeita; não controla, traz consciência; não promove o ódio, ama; não separa Deus dos homens, os reconcilia; não promove a disputa, a contenda e a beligerância, traz a paz.
O Evangelho não vive em busca de erros, diz “vá e não peques mais”; não usa as pessoas, vê o valor delas; não é um meio para se alcançar um fim, é o principio, o meio e o fim de tudo; não é propriedade de ninguém, é de todos e é para todos.
Ele não adoece, cura; não perturba, pacifica; não ameaça, chama pelo amor; não domina, convida; não complica, torna tudo mais simples; não vive vendo o mal, procura o bem; não atormenta, mas sabe que Jesus despojou os principados e as potestades e os expôs ao desprezo, triunfando sobre eles, na cruz.
O Evangelho não disputa posições, serve; não vive de aparências, só é o que é; não faz nada em série, porque o caminho de Deus com um ser humano é só deles dois; não confunde, traz luz; não agita, acalma; não faz trocas, é de graça; não compra nem vende nada, é favor de Deus; não procura justiças humanas, só confia na justiça de Jesus; não é só para uma área da vida, é a vida toda; não acontece em um lugar ou numa geografia, acontece na existência e no chão da história; não tem dia e hora, é o tempo todo.
O Evangelho não é um credo, é um relacionamento; não faz teologia de Jesus, caminha com Jesus; não explica Deus, é Deus em Cristo se reconciliando conosco; não é gerenciado por homens, é livre; não copia homens, faz discípulos de Jesus; não estuda Jesus, se alimenta de Jesus; não segue um movimento ou uma crença, é ser amado por Deus e amá-lo; não tem fórmulas, é um caminho; não é Deus em troca de algo, é Deus por Deus, porque Ele é quem é, porque Ele nos amou primeiro.
O Evangelho não busca favores de homens, apresenta o favor de Deus que está em Cristo; não vive fazendo continhas de erros e acertos, apaga as transgressões e delas não se lembra mais; não exalta homens ou grupos, chama para seguir o Cordeiro que foi morto antes da criação do mundo; não vive de vaidades humanas, aprende com Jesus, manso e humilde de coração; não se encontra nos palcos, mas aos pés da cruz de Cristo.
O Evangelho não é o que eu sei, conheço, faço, conquisto, alcanço ou realizo; não são meus merecimentos, minha fé, meus sacrifícios, minha devoção, minha contribuição, meu esforço, minha santidade, minha justiça própria – é quem Jesus é, o que Ele fez, o que Ele faz, a Sua vida, o Seu amor, a Sua justiça, o Seu sacrifício na cruz, o Seu sangue derramado por nós, o Seu poder para nos sustentar, guiar e guardar. É dom de Deus, para que ninguém se glorie ou se envaideça.
O Evangelho é simples; nós é que somos complicados.
Na verdade, parece que quanto mais complicada a mensagem, mais atraente ela se torna para as pessoas; quanto mais difícil, apelativa às emoções e às sensações, misteriosa, imposta, cheia de exigências e de intermediários, cheia de justiças próprias, controladora e alimentadora de culpas, mais irresistível. Para muitas pessoas, não importa mais o que é certo, mas o que dá certo, o que funciona, o que faz e acontece.
O Evangelho de Jesus não esmaga, alivia fardos; não manipula, respeita; não controla, traz consciência; não promove o ódio, ama; não separa Deus dos homens, os reconcilia; não promove a disputa, a contenda e a beligerância, traz a paz.
O Evangelho não vive em busca de erros, diz “vá e não peques mais”; não usa as pessoas, vê o valor delas; não é um meio para se alcançar um fim, é o principio, o meio e o fim de tudo; não é propriedade de ninguém, é de todos e é para todos.
Ele não adoece, cura; não perturba, pacifica; não ameaça, chama pelo amor; não domina, convida; não complica, torna tudo mais simples; não vive vendo o mal, procura o bem; não atormenta, mas sabe que Jesus despojou os principados e as potestades e os expôs ao desprezo, triunfando sobre eles, na cruz.
O Evangelho não disputa posições, serve; não vive de aparências, só é o que é; não faz nada em série, porque o caminho de Deus com um ser humano é só deles dois; não confunde, traz luz; não agita, acalma; não faz trocas, é de graça; não compra nem vende nada, é favor de Deus; não procura justiças humanas, só confia na justiça de Jesus; não é só para uma área da vida, é a vida toda; não acontece em um lugar ou numa geografia, acontece na existência e no chão da história; não tem dia e hora, é o tempo todo.
O Evangelho não é um credo, é um relacionamento; não faz teologia de Jesus, caminha com Jesus; não explica Deus, é Deus em Cristo se reconciliando conosco; não é gerenciado por homens, é livre; não copia homens, faz discípulos de Jesus; não estuda Jesus, se alimenta de Jesus; não segue um movimento ou uma crença, é ser amado por Deus e amá-lo; não tem fórmulas, é um caminho; não é Deus em troca de algo, é Deus por Deus, porque Ele é quem é, porque Ele nos amou primeiro.
O Evangelho não busca favores de homens, apresenta o favor de Deus que está em Cristo; não vive fazendo continhas de erros e acertos, apaga as transgressões e delas não se lembra mais; não exalta homens ou grupos, chama para seguir o Cordeiro que foi morto antes da criação do mundo; não vive de vaidades humanas, aprende com Jesus, manso e humilde de coração; não se encontra nos palcos, mas aos pés da cruz de Cristo.
O Evangelho não é o que eu sei, conheço, faço, conquisto, alcanço ou realizo; não são meus merecimentos, minha fé, meus sacrifícios, minha devoção, minha contribuição, meu esforço, minha santidade, minha justiça própria – é quem Jesus é, o que Ele fez, o que Ele faz, a Sua vida, o Seu amor, a Sua justiça, o Seu sacrifício na cruz, o Seu sangue derramado por nós, o Seu poder para nos sustentar, guiar e guardar. É dom de Deus, para que ninguém se glorie ou se envaideça.
O Evangelho é simples; nós é que somos complicados.
Na verdade, parece que quanto mais complicada a mensagem, mais atraente ela se torna para as pessoas; quanto mais difícil, apelativa às emoções e às sensações, misteriosa, imposta, cheia de exigências e de intermediários, cheia de justiças próprias, controladora e alimentadora de culpas, mais irresistível. Para muitas pessoas, não importa mais o que é certo, mas o que dá certo, o que funciona, o que faz e acontece.
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