Reuniões do Grupo de Oração Nova Jerusalém, todos os Sábados, às 19h.
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1 de setembro de 2012

Cristo pede a todo católico de hoje uma opção radical!


Dom Pedro ElizondoBispo de Cancun, Dom Pedro Pablo Elizondo


MEXICO D.F., 30 Ago. 12 / 11:08 am (ACI/EWTN Noticias).

O Bispo do Cancún-Chetumal (México), Dom Pedro Pablo Elizondo, assinalou recentemente que Cristo pede a todo católico no mundo de hoje que opte radicalmente por Ele, porque ante o Senhor não há a opção de ser medíocre ou indiferente.

Em um artigo publicado no dia 27 de agosto no site da Conferência do Episcopado Mexicano e titulado "Defina-te, fica ou vai embora", o Prelado fez uma reflexão a partir das palavras do Senhor sobre a Eucaristia e a pouca compreensão que recebeu de quem o escutou e qualificou suas palavras como "duras".

Dom Elizondo afirma que "frente ao rechaço dos seus seguidores, Jesus não se assusta nem se desanima, só pede que frente a Ele se tome uma opção radical, pede ao homem que o admira que se defina, com Ele ou contra Ele. Frente a Cristo não se pode ficar indiferente, tem que fazer uma opção: crer ou não crer, fica ou vai, comigo ou contra mim".

"Se não nos definirmos pelo bem, seremos arrastados pelo mal; não precisamos nos decidir pelo mal para acabar mau, mas sim precisamos nos decidir pelo bem para acabar bem".

O Bispo indicou também que "o ser humano é frágil e insuficiente para ser feliz, por isso precisa decidir-se pelo bem e buscar ajuda para poder obtê-lo, mas a soberba não permite que o reconheça e peça ajuda".

"Jesus Cristo não gosta das indefinições, das dúvidas, do meio termo. Cristo é radical frente a quem duvida em segui-lo", acrescenta.

Sobre o mundo atual, Dom Elizondo denuncia que "nos envolve facilmente na confusão e na dúvida. O mundo em que nós vivemos favorece uma vida cômoda e medíocre; o mundo em que vivemos propicia as duas caras, a incoerência".

"O mundo gosta que vivamos de aparências, que digamos que acreditamos mas que vivamos como se não acreditássemos. Muita gente diz ter fé mas não pratica, como se se pudesse acreditar em uma coisa e viver outra, como se se pudesse seguir a Jesus Cristo mas em realidade estar seguindo as apetências do mundo e das nossas paixões desordenadas".

Por isso, precisa o Prelado, "hoje mais que nunca é tempo de nos decidir radicalmente: segui-lo ou deixá-lo, com Ele ou contra Ele. Não podemos pôr uma vela a Deus e outra vela ao diabo. Cristo volta a perguntar-nos, você também quer ir embora?".

"Você também tem que se decidir e se definir radicalmente, fica ou o deixa, fica com ele ou vai embora, mas não pode seguir se enganando. Tomara que, como São Pedro, você possa dizer-lhe, ‘A quem iremos Senhor? Só tu tens palavras de vida eterna’".

Dom Elizondo recordou também que "acreditar em Jesus é aceitar todas suas palavras e todos seus ensinamentos sobre as virtudes e os valores do Reino de Deus até suas últimas consequências".

23 de agosto de 2012

SE COMPROMETA IMEDIATAMENTE!!!



Depois de ler o texto abaixo do Bispo Dom Redovino, só posso dizer:
Temos uma grandíssima missão!
Não podemos perder tempo!
Os membros e servos do Grupo que querem verdadeiramente se comprometer com a Evangelização que se manifestem!

Paremos de perder tempo com questões ridículas deste mundo que passa! Nos dediquemos àquilo que realmente importa tanto para a eternidade tanto para a transformação da sociedade ao nosso redor e de nossas famílias!

Não dá pra enganar o Senhor. 
Venha fazer parte verdadeiramente de coração desta família no Amor e na Fidelidade!

Contamos com o seu Sim!


Dom Redovino Rizzardo*


Há alguns meses, alguém perguntou a uma moça de Dourados: “Por que você só vive de baladas e bebedeiras em todos os finais de semana?” A resposta foi tão rápida quanto provocadora: “Porque, até hoje, ninguém me ofereceu algo melhor!”
No dia 29 de abril, na cidade de Naviraí, uma adolescente de 16 anos se enforcou porque seu pai não lhe permitiu participar de uma festa. Na semana seguinte, os meios de comunicação informaram que o suicídio foi a principal causa de morte entre os jovens sul-coreanos em 2010, pelo terceiro ano consecutivo. Dos jovens que participaram da pesquisa, 8,8% confessou já ter pensado em dar fim à própria vida.
Diante destes fatos e de mil outros que, todos os dias, falam de jovens que acabam vítimas ou autores de uma violência cada vez mais generalizada, perpetrada no trânsito, na escola, no trabalho, no esporte, nas festas e até em seus próprios lares – quando os têm! –, é inevitável perguntar-se: com quem estarão eles conectados?
Para a jovem de Dourados, até hoje ninguém conseguiu lhe oferecer algo mais atraente do que a bebida e as festas. É uma resposta que entristece e questiona a sociedade, a começar dos pais, educadores e Igrejas. Se viver é escolher e escolher é renunciar, ninguém consegue renunciar a nada, se não recebe, em troca, algo melhor e superior. É o que já ensinava Santo Agostinho numa longa dissertação sobre o assunto. E concluía advertindo: “Ninguém faz bem o que faz contra a vontade, mesmo que seja bom o que faz”.
Por isso, enquanto não se conseguir acolher e cativar os jovens com um “produto” que corresponda às suas necessidades mais profundas, eles continuarão buscando no mundo o que este não lhes pode oferecer. É o que reconhecia ainda Santo Agostinho, depois de ter caído, ele também, nos mesmos enganos e armadilhas: “O nosso coração foi feito para Deus, e ele anda inquieto e angustiado até não descansar em Deus”. E é também o que lembra o Papa Bento XVI, numa mensagem dirigida recentemente aos jovens: “Não esqueçamos: construir a vida ignorando a Deus e a sua vontade só pode levar à desilusão, à tristeza, à derrota. A experiência do pecado – recusando sua amizade e abandonando seu caminho – obscurece os nossos corações”.
Quanto ao recrudescimento do suicídio entre os jovens, a razão parece ser sempre a mesma. Para o mundo, o que conta é “vencer”. Quem pode mais, chora menos! Se, para Jesus, “o Espírito é que dá a vida, a carne para nada serve” (Jo 6,63), para a sociedade atual o contrário é que vale: a única “vitória” é a fama, a riqueza, o prazer. A pureza e a gratuidade dos relacionamentos são substituídas pela competição e pela rivalidade. Destruir para não ser destruído. Os outros existem enquanto são úteis...
“Quem quiser salvar a sua vida, vai perdê-la. Mas quem a perder por mim e pelo Evangelho, salvá-la-á. Que adianta ao homem ganhar o mundo inteiro se perde a si mesmo?” (Mc 8,35-36.) Pela insegurança e inferioridade que o acompanha, o ser humano se agarra perdidamente ao que nada resiste.
Talvez pouco ou nada falte aos jovens da Coreia do Sul que tentam fugir das dificuldades – ou preencher o vazio existencial – no suicídio. Pelo que sei, o país asiático é um dos mais ricos do mundo. A solução é manter-se conectados com Cristo: “Quem permanece em mim, produz muito fruto. Sem mim, nada podereis fazer. Permanecei no meu amor, para que a minha alegria esteja em vós e a vossa alegria seja completa”. (Jo 15,5.9.11.) Palavras que foram assim traduzidas pelo Papa Bento XVI na mensagem há pouco citada: “Cabe a vocês, jovens discípulos de Cristo, mostrar ao mundo que a fé leva a uma felicidade e a uma alegria verdadeira, plena e duradoura. E se o modo de viver dos cristãos parece, às vezes, cansativo e chato, sejam vocês os primeiros a testemunhar a alegria e a felicidade que a fé lhes oferece. O Evangelho é a ‘boa nova’ de que Deus nos ama e que cada um de nós é importante para ele. Eis o que vocês precisam demonstrar ao mundo!”
“No peito, eu levo uma cruz e, no coração, a Mãe de Jesus!” É o brado de alegria e de esperança dos jovens da Diocese de Dourados que, nestes dias, acolhem a Cruz Peregrina e o Ícone de Maria, preparando-se para participar, em 2013, da Jornada Mundial da Juventude, no Rio de Janeiro.

*Bispo de Dourados, MS

VEJA ESTE VÍDEO!
PRECISAMOS DE JOVENS SANTOS!!!




24 de outubro de 2011

Cronograma de visitas dos Missionários Arautos do Evangelho

Paróquia São José - Informa:






Hoje – chegada na Com. Santa Rita c/Missa as 19:30h;

Terça-feira na Com. São João Bosco;

Quarta-feira na Com. Santa Clara;

Quinta-feira na Paróquia São Jose;

Sexta-feira na Com. Bom Jesus;

Sábado na Com. São Francisco;

Domingo ENCERRAMENTO na Com. Santa Rita as c/Missa 17:30h.


Atenção: de segunda a sábado haverá nas Comunidades visitadas Missa as 8:30h e Exposição do Santíssimo Sacramento,

as 9:30h Visitas c/a Imagem de Nossa Senhora, 15:30h Confissões na Igreja, 19:00h Benção do Santíssimo e 19:30h Missa.

Participe!


Att,

Ministério de Comunicação

GONJ

19 de outubro de 2011

Arautos do Evangelho

Os Arautos do Evangelho são uma Associação Internacional de Fiéis de Direito Pontifício, a primeira a ser erigida pela Santa Sé no terceiro milênio, o que ocorreu por ocasião da festa litúrgica da Cátedra de São Pedro (22 de fevereiro) em 2001.

Composta predominantemente por jovens, esta Associação está presente em 78 países. Seus membros de vida consagrada praticam o celibato, e dedicam-se integralmente ao apostolado, vivendo em casas destinadas especificamente para rapazes ou para moças, os quais alternam a vida de recolhimento, estudo e oração com atividades de evangelização nas dioceses e paróquias,dando especial ênfase à formação da juventude.

Embora não professem votos e conservem-se no estado leigo - exceção feita de alguns que abraçam as vias do sacerdócio - os Arautos do Evangelho procuram praticar em toda a sua pureza fascinante os conselhos evangélicos.

Vivem normalmente em comunidade (masculinas ou femininas), num ambiente de caridade fraterna e disciplina. Em suas casas fomenta-se uma intensa vida de oração e estudo, seguindo-se a sapiencial diretriz do Papa João Paulo II:

"A formação dos fiéis leigos tem como objetivo fundamental a descoberta cada vez mais clara da própria vocação e a disponibilidade cada vez maior para vivê-la no cumprimento da própria missão" (Christifidelis Laici, 58).

Fundador: Mons. João Clá Dias.

Outra categoria de membros são os Cooperadores, os quais "embora sintam-se identificados com o espírito da Associação - lê-se nos Estatutos - não podem comprometer-se plenamente com os objetivos dela, devido a seus compromissos sacerdotais, ao fato de pertencerem a algum instituto de vida consagrada ou sociedade de vida apostólica, ou a seus deveres matrimoniais ou profissionais".

Leigos, casados ou solteiros que vivem no mundo, sacerdotes, diáconos, religiosos, religiosas, leigos de vida consagrada ou membros de outras associações ou movimentos apostólicos, os Cooperadores dos Arautos do Evangelho, além de observarem os preceitos e deveres próprios a seu estado, esforçam-se por viver em conformidade com o carisma e a espiritualidade da Associação, dedicando a ela seu tempo livre e se comprometendo a cumprir certas obrigações.

Finalidade

Nos primeiros artigos de seus Estatutos encontra-se delineada a vocação dos Arautos do Evangelho:
"Esta Associação .... nasceu com a finalidade de ser instrumento de santidade na Igreja, ajudando seus membros a responderem generosamente ao chamamento à plenitude da vida cristã e à perfeição da caridade, favorecendo e alentando a mais íntima unidade entre a vida prática e a fé. ....
Além disso, a Associação tem como fim a participação ativa, consciente e responsável de seus membros na missão salvífica da Igreja através do apostolado, ao qual estão destinados pelo Senhor, em virtude do Batismo e da Confirmação.
Devem, assim, atuar em prol da evangelização, da santificação e da animação cristã das realidades temporais."

Espiritualidade

Os Arautos têm sua espiritualidade alicerçada em três pontos essenciais: a Eucaristia, Maria e o Papa, como está definido nos seus estatutos:
"A espiritualidade tem como linhas mestras a adoração a Jesus Eucarístico, de inestimável valor na vida da Igreja para construí-la como una, santa, católica e apostólica, corpo e esposa de Cristo (EE 25, 61); a filial piedade mariana, imitando a sempre Virgem e aprendendo a contemplar n'Ela o rosto de Jesus (NMI 59); e a devoção ao Papado, fundamento visível da unidade da fé (LG 18)."Esses pontos estão representados em destaque no brasão que os distingue.

Carisma

Seu carisma os leva a procurar agir com perfeição em busca da pulcritude em todos os atos da vida diária, mesmo estando na intimidade e está expresso no sublime mandamento de Jesus Cristo: "Sede perfeitos como vosso Pai Celeste é perfeito" (Mt 5, 48).

Para o Arauto do Evangelho, este chamamento à perfeição não deve ficar restrito aos atos interiores, mas exteriorizar-se em suas atividades, de modo que melhor reflitam a Deus.
Isto quer dizer que ele deve revestir de cerimonial as suas ações cotidianas, seja na intimidade de sua vida particular, seja em público, na obra evangelizadora, no relacionamento com os irmãos, na participação da Liturgia, nas apresentações musicais e teatrais, ou em qualquer outra circunstância.

Esta procura da perfeição significa não só abraçar a verdade, praticar a virtude, mas também fazê-lo com pulcritude, com beleza, a qual pode ser importante elemento de santificação.
Com razão lembra o Santo Padre, na Carta aos Artistas, o oportuno ensinamento do Concílio Vaticano II: "O mundo em que vivemos tem necessidade de beleza para não cair no desespero.

A beleza, como a verdade, é a que traz alegria ao coração dos homens, é este fruto precioso que resiste ao passar do tempo, que une as gerações e as faz comungar na admiração".
Evangelização através da cultura e da arte
Por verem na cultura e na arte eficazes instrumentos de evangelização, os Arautos habitualmente lançam mão da música, tanto pelas vozes como pelos instrumentos.
Assim é que grande número de coros, orquestras e conjuntos musicais foram constituídos por Arautos, a fim de levar sua mensagem de fé e de esperança à sociedade contemporânea .

Esse papel tão importante da arte tem sido ressaltado pelo Papa Bento XVI - ele mesmo um grande apreciador de música - em várias ocasiões, como por exemplo nas palavras finais de agradecimento pelo concerto oferecido pelo Presidente da República Italiana por ocasião do terceiro aniversário do pontificado, a 24/04/2008:

"Existe uma misteriosa e profunda relação entre música e esperança, entre canto e vida eterna: por este motivo a tradição cristã representa os espíritos bem-aventurados, enquanto cantam no coro, raptados e extasiados pela beleza de Deus.

Colaborador de pesquisas do Nova Jerusalém: Edinho Corsini

Passionistas no Brasil: Carisma e Missão

Os Passionistas têm por missão específica meditar, fazer constante memória da Paixão e Morte de Jesus Cristo e pregá-la ao mundo (quarto voto).

Foi o mesmo Paulo da Cruz, que, sob inspiração de Deus, legou à Congregação este aspecto imprescindível na vida apostólica dos Passionistas. A Congregação Passionista surge na Igreja e no Mundo “para implantar nos povos as virtudes e para abater o vício com a potentíssima arma da mencionada Paixão de Jesus Cristo”.

Os Passionistas “deverão promover esta santa devoção nos confessionários, instruindo os penitentes, conforme a sua capacidade e condição, com métodos breves e fáceis, a fim de que se entreguem com facilidade a este santo exercício. Estimulem a fazê-lo, assegurando-lhes que, se forem fiéis na meditação da Paixão de Jesus Cristo, chegarão brevemente a uma grande perfeição no seu estado”.

Por isso, eles são contemplativos e pregadores. Vestem um hábito preto, sinal visível de luto pela Paixão e Morte do Senhor. Levam ao peito um emblema, onde está gravada a Paixão de Jesus Cristo (JESU XPI PASSIO).

JESU – palavra hebraica escrita com letras latinas, significa SALVADOR.
XPI – abreviação grega da palavra CRISTO.
PASSIO – palavra latina que quer dizer PAIXÃO, MANIFESTA A FINALIDADE da Vida Passionista, ou seja, fazer memória, por palavra e obras, da Paixão de Cristo.

São Paulo da Cruz, o chamava de SANTO SINAL e tinha grande veneração por ele. O coração, com o fundo preto, representa a realidade de dor e morte presente no mundo. A cor branca da cruz, das letras e do coração sobreposto simboliza a vida que todo Passionista deve promover. Tudo servirá para recordar aos homens de todos os tempos a atualidade da “maior obra do Amor de Deus: a Paixão e Morte do Redentor!”.

Por que a Paixão e Morte de Jesus Cristo tornaram-se a razão de viver que deu pleno sentido à vida de Paulo da Cruz e que continua, nos nossos dias, como motivação vital e essencial dos Passionistas.

“São Paulo da Cruz reuniu companheiros para viverem em comum e anunciarem o Evangelho de Cristo aos homens” (Constituições, 1984, n.1). Uma característica importante dos Passionistas é a vida comunitária. Na Comunidade Passionista tudo é comum e a mesma dedica um grande espaço de tempo à oração e à contemplação.

Fiéis à tradição, os Passionistas devem ser mestres de oração e as comunidades autênticas escolas de orações, lugares apropriados para favorecer intensa experiência de Deus (Constituições, 1984, n. 37), os Religiosos Passionistas continuam cultivando uma forte espiritualidade, que comunica a toda a Igreja o desejo de participar da Paixão de Cristo a fim de renascer cada dia para uma vida melhor e construir um mundo mais justo e fraterno.

O que é próprio do Passionista é a “paixão pela vida”. Jesus morreu na Cruz, não porque desprezasse a vida, mas porque a amava tanto que não podia consentir que fosse desfrutada só por alguns privilegiados. Morreu crucificado, não porque desdenhou a felicidade, mas porque a defendia e a procurava para todos, mesmo para os mais esquecidos, desprezados e indefesos. Jesus terminou na Cruz, não porque amava o sofrimento, mas para que seja mais difícil ao homem crucificar o próprio homem. Por isso, seguir o Crucificado significa solidarizar-se com os que são crucificados neste mundo: os que sofrem violência e pobreza, os que se sentem desumanizados e privados dos seus direitos.

Para eles a opção pelos pobres é a resposta quotidiana e mais convincente de viver a Memoria Passionis: conscientes de que a Paixão de Cristo continua no mundo até Ele voltar em sua Glória, compartilhamos das alegrias e ansiedades da humanidade a caminho para o Pai. Desejamos participar das tribulações dos homens, especialmente dos pobres e abandonados, confortando-os e aliviando-lhes os sofrimentos.

18 de outubro de 2011

Comunidade Esdras - Associação Bom Pastor

Nossa missão é, em comunhão com a Igreja universal e local, a do Coração do Bom Pastor, que sempre acolhe com misericórdia, escuta, busca com paciência e tolerância, reconduz a pessoa à Igreja do Senhor, à vivência Sacramental, onde ela irá redescobrir sua identidade de filho ou filha de Deus, reconhecendo a voz do Bom Pastor que a chama pelo nome. Além de ser ajuda na restauração como instrumento do Cristo Senhor que faz novas todas as coisas. Introduzi-las no caminho da conversão, na busca da identidade verdadeiramente cristã.

Essa missão vêm do próprio nome que recebemos: “Esdras”, nome de origem hebraica, retirado do livro bíblico Esdras no Antigo Testamento, que significa: socorro ou ajuda de Deus.

Esdras foi um sacerdote e escriba conhecedor da Lei de Deus, que teve como missão reconduzir o povo hebreu do exílio da Babilônia para Jerusalém. Se dedicou à restauração do povo que havia perdido sua identidade de “povo de Deus”, ao restabelecimento do culto, dos matrimônios e da organização da comunidade judaica em geral, junto com Neemias.

“A mão bondosa do seu Deus estava sobre ele, porque Esdras havia dedicado seu coração a estudar a lei do Senhor, a fim de praticar e ensinar, seus estatutos e normas em Israel.”(Esd 7,9-10).

É essencial na missão do nosso carisma, o estudo, a prática e o ensino da palavra de Deus e dos ensinamentos da Igreja.
Nossa missão é desenvolvida através dos meios de comunicação, especialmente o Rádio, dos cursos, encontros, atendimentos pessoais, nas missões paroquiais, enfim, onde somos solicitados para atuar.

17 de outubro de 2011

Comunidade de Aliança GeRuah


Neste dia em especial, 17 de outubro de 2011, em que o Nova Jerusalém celebra sete anos como Grupo de Oração e mais de 17 anos de história, apresentamos orgulhosamente um sonho de Deus que nasceu no ceio desta família cristã!

Pra quem não sabe o Missão CEFAS é um projeto que Deus lançou do coração da Comunidade de Aliança GeRuah para a Igreja.

GeRuah significa:

Ger (hebraico): Peregrino, estrangeiro;
Ruah: Espírito (Espírito Santo)
Então significa: Peregrino no Espírito...
"O vento sopra onde quer, você não sabe de onde vem, nem para onde vai... assim acontece com aquele que nasceu no Espírito"... (Jo3,8)

CARISMA

Somos pessoas chamadas a uma vida profunda com Deus e um ardente desejo missionário. Somos um grupo que se sente chamado a uma vocação, por isso nos chamamos no que a Igreja hoje intitula ‘comunidades novas’.
A comunidade nasceu do desejo de um compromisso sério de uma verdadeira vida em Deus e de uma evangelização eficaz, levando as pessoas, em especial, os jovens a uma formação cristã católica eficiente, fiel e profética.
Nos damos hoje mais diretamente com a juventude promovendo todo tipo de meios para arrebanhar, cuidar, formar e enviar os jovens para Deus.
Somos uma comunidade de aliança com objetivos e deveres a cumprir diante de Deus, da Igreja e da própria comunidade; com missão, identidade, espiritualidade e carisma próprios.

MISSÃO

"Uma voz clama no deserto:
Preparai o caminho do Senhor, endireitai as suas veredas." Lc 3,4
Somos chamados a ser essa voz profética no meio do mundo a apontar Jesus, anunciar o Senhor, a apontar o Cordeiro de Deus, a levar as pessoas a Jesus e a prepará-las para acolhê-lo no coração e a seguí-lo na vida. Como João Batista, preparar discípulos para o Senhor arrebanhando almas, cuidando, formando e enviando-as em missão no seguimento de Jesus.

IDENTIDADE

Somos uma família... solteiros e casados, jovens e adultos. Juntos queremos consagrar nossa vida a Deus segundo o estado de vida de cada um; vivendo para a Igreja e nos lançando através de nossa vocação comunitária ao chamado de anunciar Jesus Cristo, no Espírito Santo, formando o povo de Deus para serem seus discípulos na caminhada à espera de nosso encontro com Ele.

Fundador e Formador: Alessandro Silva
Email: geruah@gmail.com

Sites: http://www.missaocefas.org
http://www.cefascast.org
aleger (Twitter)
Alessandroger (Skype)
Alessandro Silva (Facebook)

Comunidade Santa Rita de Cássia
Paróquia São José - Guarapari/ES


10 de outubro de 2011

Missão de Todos

Cada pessoa humana recebe o dom da existência sem mérito próprio e sem ter pedido esse dom.
Uma vez vindo ao mundo somos colocados num caminho a percorrer, buscando nossa realização ou felicidade pessoal. Isto, porém, é uma conquista. Requer ideal buscado, meios adequados empregados, força de vontade e perseverança no encalço desse objetivo. Muitos empecilhos acontecem. Contorná-los requer constância, ajuda de outros e conhecimento conquistado a respeito de como fazer para a consecução desse intento. Sem busca de valores estimulantes da caminhada, ficamos dando voltas em nossos próprios limites. Somos estimulados a buscar somente os agrados e prazeres momentâneos e fugazes, sem conquistarmos nossa realização pessoal. O ser humano desde sua origem se ensimesmou exageradamente. Foi preciso a intervenção de Deus mais uma vez em nossa história para nos ajudar a termos visão global da existência. Sem Ele, não conseguimos vislumbrar o sentido pleno de nossa caminhada terrestre. O Filho de Deus vai à nossa frente indicando o caminho que leva à vida realmente realizadora. É preciso treinar nosso ser humano, muito afeito à fixação no provisório como objetivo de vida, para acertar com sua destinação de plena conquista da felicidade. Ele nos indica a missão ou a dinâmica de ir em frente, com algo altamente precioso para o comunicarmos ao semelhante. Afinal, não é a busca de tudo o que agrada imediatamente nosso ego a base de sustentação de nossa realização. Ao contrário. Somente obteremos nosso bem-estar pleno quando damos tudo de nós para oferecermos o dom da libertação plena para todos, ou seja, o amor do próprio Deus. Ele faz as pessoas humanas perceberem sua fonte de realização no divino. O Evangelho é a mola mestra da realização humana, pois, contém o segredo do amor divino.
O Apóstolo Paulo lembra. "A Palavra de Deus não está algemada. Por isso suporto qualquer coisa pelos eleitos para que eles também alcancem a salvação que está em Cristo Jesus, com a glória eterna" (2 Tm 2, 9-10). Quem leva a Palavra de Deus ao semelhante, torna-se pessoa de imensa alegria, pois, sua missão na vida tem sentido por basear-se no fundamento do dom da existência e sua finalidade, Deus. Sem Ele, nossa vida apresenta um objetivo pequeno, por mais que tenhamos todas as condições sensíveis de bem-estar. Quando percebemos o objetivo de vida além do terreno nossa vida se torna um campo aberto para nosso gigantesco trabalho de fecundidade do amor baseado em Deus.